A inteligência emocional se relaciona diretamente à capacidade de reconhecer e lidar com diversos sentimentos, inclusive os conflitantes. Deter uma inteligência emocional desenvolvida permite que você se expresse, se relacione e se comunique melhor, o que gera impactos positivos na vida e na carreira.

Nesse sentido, o controle de emoções é uma etapa indispensável para o sucesso, porque se você não controlá-las, elas passam a controlar você. Embora não seja simples, a tarefa é possível por meio de algumas dicas de inteligência emocional. Continue lendo e confira quais são algumas delas.

Esteja preparado para frustrações e contrariedades

Um dos maiores sinais de inteligência emocional é como você reage a situações adversas. Quando você é contrariado ou quando fica frustrado devido a uma determinada situação, a sua resposta a esse acontecimento vai determinar o seu nível de inteligência emocional.

Uma forma de controlar suas emoções consiste em se preparar para frustrações e contrariedades. Imagine o que pode acontecer caso seu plano não dê certo ou caso suas expectativas não sejam atendidas.

Trace novos planos de reserva e, principalmente, utilize a inteligência emocional para prever e aceitar que nem tudo pode sair como você deseja.

Não permaneça em padrões negativos

Uma vez que você note que está em uma situação com uma emoção considerada negativa, como estresse, medo ou raiva, é preciso interromper o padrão negativo tão cedo quanto possível.

Para isso, comece identificando que tipo de emoção você está sentindo e por que você está sentindo. Em seguida, pense em formas, gatilhos e ações que fazem com que você se acalme.

Cada pessoa tem um padrão e você vai precisar adotar aquele que funciona melhor para você. O importante é não deixar que a situação se prolongue e leve a um desencadeamento de outras emoções negativas.

Trabalhe a sua empatia

Parte da inteligência emocional se relaciona com a capacidade de deter conhecimento social, o que significa reconhecer e trabalhar em cima das emoções de outros. Exercitar a empatia, portanto, também ajuda você a controlar suas

próprias emoções. Quando você se coloca no lugar do outro e tenta compreender as emoções das outras pessoas, você se torna menos reativo de uma maneira negativa, sai da defensiva e passa a ter menos descontrole emocional. Ao pensar no outro, fica mais fácil controlar suas emoções para agir da maneira correta.

Passe a se comunicar melhor

Na sociedade ocidental, existe um mito de que emoções devem ser reprimidas e isoladas. Esse tipo de comportamento só favorece o desenvolvimento de padrões negativos e, inclusive, colabora para a explosão de sentimentos ruins.

Para aumentar o controle de suas emoções, portanto, é preciso trabalhar sua comunicação. Caso algo te desagrade, por exemplo, busque se comunicar de maneira imediata, ma e maneira clara e controlada.

O avanço da comunicação sobre emoções permite que você conheça mais sobre si e sobre os outros, além de ajudar na resolução de conflitos de maneira eficiente e de evitar o descontrole emocional.

Invista no autoconhecimento

Mesmo com essas dicas, o controle das suas emoções não será possível se você não investir em autoconhecimento. Somente você é capaz de conhecer os gatilhos que disparam emoções boas e ruins em você e somente você tem a chance de impedir a continuidade de padrões negativos.

Por isso, é fundamental trabalhar o autoconhecimento de maneira honesta e assumir responsabilidades. Quanto mais você conhecer sobre si mesmo, maiores são as chances de ter total controle sobre suas emoções.

Controlar as emoções por meio da inteligência emocional é possível por meio da reflexão, da identificação de padrões negativos, da comunicação e do autoconhecimento. Com isso em mente, fica mais fácil manter suas emoções sob controle e garantir bons resultados para sua atuação pessoal e profissional.

Ricardo A. M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting, professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

Quais são os seus maiores desafios para o controle de emoções? Comente e participe.

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