A gestão estratégica é um elemento cada vez mais importante em um mercado dinâmico e altamente concorrido. A aplicação das diversas técnicas de gerenciamento permite que a empresa direcione esforços e conquiste uma atuação alinhada ao que faz sentido para os seus propósitos.

Para que isso seja viável, o gestor deve reunir algumas habilidades e características que permitem o alcance dos resultados esperados. Ele tem que deter tanto conhecimentos técnicos como habilidades pessoais e profissionais, de modo que as boas práticas possam ser executadas.

Quer saber quais são elas? Então veja nesse artigo tudo o que ele precisa ter e como cada elemento gera impactos.

Aptidão em se manter alinhado aos objetivos

Um gerenciamento estratégico tem essa característica porque ajuda conduzir a empresa por um caminho desejado e útil. Para que isso seja possível, as ações são baseadas nos objetivos estratégicos do empreendimento.

Imagine, por exemplo, que um negócio deseje vender mais e, ao mesmo tempo, diminuir o custo de aquisição de clientes. Sabe-se que, para isso, o ideal é buscar a fidelização. Com isso, o gestor estratégico correspondente terá de trabalhar o time comercial, pensando em pós-venda e aumento de satisfação do consumidor.

Portanto, o profissional precisa conseguir alinhar sua atuação aos objetivos da empresa, conquistando resultados que ressoam positivamente no empreendimento. Baseando-se no planejamento estratégico, dá para identificar as ações mais relevantes e atuar de maneira convergente.

Capacidade de liderar e motivar

Outro ponto relevante é que o gestor não é uma pessoa que cuida da burocracia ou dá ordens. Essa até poderia ser a realidade algumas décadas atrás, mas, hoje, é cada vez mais necessário adotar uma abordagem diferenciada.

Atualmente, o profissional tem que saber liderar, mesmo quando o foco não é apenas a gestão estratégica de pessoas. Toda a equipe precisa estar engajada e comprometida com os resultados, de modo que tudo aconteça mais facilmente.

Ao mesmo tempo, a motivação é uma das chaves para que os processos ocorram conforme o esperado. É fundamental que todos se sintam estimulados a desempenhar suas funções da melhor forma.

Inclusive, a automotivação é especialmente destacável, já que o gestor não pode depender de outras pessoas para que ele se sinta compelido a agir conforme o esperado.

Proficiência na comunicação direta e adequada

Por mais técnica que a gestão estratégica seja, ela está diretamente ligada à construção e à manutenção de relacionamentos. Isso não é verdade apenas em relação a funcionários, mas também sobre clientes internos, parceiros e mesmo clientes.

Por isso, saber se comunicar é indispensável. Isso significa conseguir falar e ouvir, ser empático e suficientemente direto para não gerar quaisquer dúvidas.

Nesse cenário, a inteligência emocional é fundamental. Ela garante o comedimento e a percepção sobre as outras pessoas, elementos que ajudam a criar uma mensagem efetiva e bem direcionada.

Isso serve tanto para manter o bom clima organizacional como para criar fluxos de trabalho altamente estruturados, democráticos e eficientes.

Habilidade com uma abordagem analítica na tomada de decisões

Como gestor estratégico, é esperado que o profissional tome algumas das decisões mais importantes para o negócio. Algumas delas são difíceis e muitas são arriscadas, aumentando o peso do processo.

Utilizar apenas o chamado “feeling empresarial”, por sua vez, não é uma boa saída. As chances de erros aumentam e, dessa forma, é esperado que ele detenha boa habilidade analítica.

A partir do cruzamento e análise de dados, é possível encontrar, avaliar e mitigar riscos. Isso aumenta consideravelmente as chances de sucesso, contribuindo para a atuação estratégica.

Competência para oferecer e receber feedback

Por causa das configurações do mercado e devido à entrada das novas gerações, o feedback nunca foi tão importante. Quase metade dos funcionários altamente engajados recebe feedback ao menos uma vez por semana, por exemplo.

Por isso, é fundamental que o gestor saiba acompanhar resultados e oferecer um retorno, positivo ou construtivo, para os colaboradores. Eventualmente, isso aumenta a satisfação e a motivação, além de levar a atuações otimizadas.

Ao mesmo tempo, é fundamental também saber receber esses elementos. Essa troca de experiências faz parte da comunicação em duas vias e ajuda o profissional a adotar uma postura adequada para cada situação.

Além de tudo, quando os colaboradores são ouvidos, ficam mais engajados e motivados, porque sentem que estão sendo levados em conta.

Flexibilidade e resiliência ao encarar desafios

O caminho para atingir os efeitos desejados não é simples — justamente por isso que é necessária uma gestão estratégica. Porém, isso não pode significar deixar de prosseguir, sob a pena de a organização ficar para trás.

Para que toda a equipe não termine sucumbindo às dificuldades, o gestor precisa ter resiliência para recomeçar, se for preciso. Dessa maneira, os resultados são alcançados, de uma forma ou outra.

Ao mesmo tempo, isso não pode ser sinônimo de intransigência. Durante a execução, nem sempre o caminho até os objetivos era como se esperava. Nesse sentido, faz-se necessário que o gestor tenha flexibilidade para mudar de direção ou de métodos, conforme o exigido por cada momento.

Busca constante por novos conhecimentos e atualização

Todos esses pontos são muito importantes e fazem parte da personalidade e da capacidade de quem atua na área com maestria. Porém, as coisas mudam cada vez mais rapidamente. Com isso, manter-se preso a apenas um conjunto de conhecimentos significará, em breve, uma atuação obsoleta.

Para evitar que isso aconteça, é fundamental buscar novos conhecimentos por meio da formação e da constante especialização. Somente assim haverá uma preparação para as diferentes situações que podem surgir a qualquer momento.

Recorrer a um curso de planejamento estratégico, por exemplo, é uma forma de se manter sempre por dentro das melhores práticas e do que deve ser feito para conseguir efeitos melhores.

Ao investir em inovação, os diversos problemas serão resolvidos com maior facilidade e o gestor estará sempre adequado ao que é executado no mercado.

O profissional de gestão estratégica precisa ter uma abordagem segundo boas práticas, as quais exigem determinadas habilidades. Com tudo sendo feito corretamente, os efeitos surgem de maneira mais rápida, abrangente e consistente.

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