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Depois do fracasso do Vista e da tentativa frustrada de compra do
Yahoo!, a empresa parece ter reencontrado o caminho. Será tarde demais?
Apesar de ser a maior empresa de software do mundo, dona de uma receita
que chegou a 60 bilhões de dólares no ano passado e de um virtual
monopólio no mundo dos computadores pessoais, a Microsoft vive uma
situação curiosa, para dizer o mínimo. Especialistas em tecnologia não
cansam de anunciar a morte da companhia. Ninguém tem a ousadia de
prever quando se daria o desaparecimento da empresa, é claro, mas
muitos são capazes de vislumbrar um mundo no qual a Microsoft é
irrelevante. O fracasso retumbante do sistema operacional Vista, um
produto que recebeu críticas duríssimas até mesmo de Bill Gates, e a
tentativa malsucedida de compra do Yahoo!, no começo do ano passado,
seriam apenas os primeiros sinais da derrocada. A explicação para esse
cenário sombrio estaria na virada tecnológica representada pela
internet. A venda de licenças de uso de software, modelo de negócios
sobre o qual a companhia foi construída, não teria chance de
sobrevivência na nova era de distribuição pela internet. Aos 34 anos de
vida, a Microsoft estaria perdendo a corrida da tecnologia digital do
século 21 para empresas mais jovens e mais ágeis como o Google. Presa à
fórmula de sucesso do passado e sem uma direção clara para o futuro, a
Microsoft caminharia lenta mas irreversivelmente para o esquecimento.
Ou não.
Uma série de lançamentos recentes mostra que a Microsoft está no jogo. O sistema de buscas Bing, embora ainda ocupe um distante segundo lugar em relação ao Google, obteve excelentes avaliações de jornalistas especializados. O Windows 7, que começa a ser vendido na segunda quinzena de outubro, também foi considerado um marco na história do sistema operacional -- e não apenas por representar uma alternativa ao inchado e ineficiente Vista. Uma versão para testes já teve 8 milhões de downloads e foi muito bem avaliada por especialistas. Até mesmo o novo Zune HD foi elogiado. Lançada em novembro de 2006 como uma resposta ao iPod, a primeira versão do tocador de mídias digitais virou motivo de piada entre os amantes de tecnologia. Do design às funcionalidades restritas, o aparelho era a materialização da imagem que os consumidores faziam da Microsoft: uma empresa antiquada, sem charme, sem elegância. A nova versão do Zune, porém, tem visual arrojado e funções que não estão presentes nem mesmo no mais moderno iPod. Será o símbolo da reação da Microsoft? "A empresa parou de sangrar", diz Neil MacDonald, vice-presidente da consultoria Gartner. "Mas é claro que ainda falta mostrar resultados efetivos."
Embora as iniciativas de internet ainda sejam um negócio pequeno diante das vendas do Windows e do pacote de programas Office, a grande aposta de Steve Ballmer, presidente da empresa, parece ser o mecanismo de buscas Bing. Em primeiro lugar, porque a publicidade atrelada às pesquisas é o setor da economia online que mais cresce: os links patrocinados respondem por mais de 95% do faturamento de 22 bilhões de dólares do Google. O acordo de parceria fechado com o Yahoo!, em julho, prevê que os visitantes do portal também usem o Bing para fazer suas buscas, com divisão das receitas publicitárias. Não foi à toa que Ballmer, numa entrevista recente, afirmou que costurar um acordo com o Yahoo! foi a tarefa que mais consumiu seu tempo nos últimos 18 meses. Em apenas três meses, o Bing chegou a 9% de participação no mercado de buscas. Com a soma das buscas do Yahoo!, essa participação pode chegar a quase 30%, segundo a empresa de medições online comScore. A Microsoft também prepara versões online de programas como Word e Excel. O serviço deve ser gratuito e vai se pagar com a venda de anúncios. Se a busca e o software online forem bem-sucedidos, a Microsoft finalmente terá a chance de ser relevante na web.
Fonte: Portal Exame
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ago
A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (27) que está reduzindo o preço do
seu modelo high-end do console Xbox 360 em US$ 100. A iniciativa está sendo
encarada como resposta da gigante à medida semelhante tomada pela rival Sony
ao reduzir o preço do seu PlayStation 3, na semana passada.
Com
isso, a partir de agora tanto o Xbox 360 Elite quanto o PS3 terão preço final de
US$ 299. As reduções de preços em ambos os casos ocorrem a nível mundial, embora
os valores exatos variem por região de acordo com as moedas.
Ainda segundo a Microsoft - que oferecia três versões do Xbox 360 - a
companhia vai descontinuar a venda de sua versão média, chamada Pro. Ela estará
disponível por US$ 249, contra os US$ 299 atuais, somente enquanto durarem os
estoques.
Já a versão mais barata do Xbox, o Arcade, que vem sem disco
rígido, ainda vai custar US$ 199.
"As reduções de preços entram em vigor
na sexta-feira", disse David Dennis, porta-voz da Microsoft.
Na
semana passada, um executivo da companhia admitiu que a Microsoft poderia rever
os preços do Xbox, após a Sony anunciar o PS3 Slim por US$ 299.
Com o anúncio da Microsoft, apenas a Nintendo continua a manter seus preços iniciais. O Wii custa US$ 250 desde seu lançamento, há quase três anos.
Mercado
Mesmo assim, a Nintendo continua na liderança do mercado de consoles, ao
vender 52,6 milhões de Wiis em todo o mundo, contra 31,4 milhões de Xbox 360, da
Microsoft, e 23,7 milhões de PS3, da Sony.
Empresas de jogos eletrônicos
esperam que a redução dos preços ajude a movimentar as vendas em tempo para as
férias de fim de ano. Durante a maior parte do ano, a indústria tem sofrido com
vendas fracas - atingida pela recessão e as programações de lançamento de jogos
sem brilho, que têm mantido os consumidores cautelosos em gastar dinheiro em
novos títulos.
Fonte: Globo.com
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ago
Caso esteja chovendo ou seja temporada de furacões, não
apenas os esportes reais serão afetados, mas também os videogames esportivos,
nos quais as condições climáticas reais em breve começarão a influenciar a
situação de jogadores virtuais.
Com as produtoras de videogames chegando próximas da perfeição na reprodução
do visual das superfícies em que jogos são disputados, o próximo passo para
aumentar o realismo seria reproduzir o clima real, seja em um estádio de futebol
ou pista de golfe, que influencia a aparência do jogo e o desempenho dos
jogadores.
A EA Sports formou uma parceria com o Weather Channel a fim de introduzir
clima real em seu videogame de futebol americano "Madden NFL 10", de modo que se
um furacão estiver varrendo os Estados Unidos, os jogadores enfrentarão
condições de jogo mais difíceis em determinados estádios.
"Os sistemas tropicais em geral trazem com eles fortes ventos e chuva pesada,
de modo que furacões com percurso próximo a um estádio certamente afetariam as
condições de jogo, criando um campo molhado, rajadas de vento e mais", disse Tom
Moore, meteorologista chefe do Weather Channel. Consoles que oferecem conexão em
banda larga como o Xbox 360 e o PlayStation 3 permitem que a nova edição do
"Madden" receba atualizações meteorológicas em tempo real.
"Nossas equipes no Weather Channel oferecem um conjunto de dados que permite
que a EA determine o clima em tempo real para qualquer local escolhido para um
jogo," disse Derek Van Nostran, diretor de marketing da Weather Channel
Interactive.
"Também oferecemos dados históricos quanto aos três últimos anos, de modo a
que os produtores da EA pudessem oferecer condições climáticas realistas para
todos os estádios e para jogos disputados em qualquer época do ano,"
acrescentou.
Do ponto de vista do videogame, os jogadores verão os astros virtuais da NFL
errando mais passes, desperdiçando mais bolas e tropeçando e caindo mais em meio
aos ventos fortes e chuvas associados à temporada dos furacões ou tempestades
tropicais.
Fonte: Reuters
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ago
O pacote de correções da Microsoft de agosto trouxe os 9 boletins de segurança
planejados. Um total de 19 falhas foram corrigidas, entre elas uma que permite a
injeção de código malicioso em arquivos de vídeo AVI. No Windows Vista, basta
abrir uma pasta com o arquivo malicioso e o sistema pode ser infectado.
Também esta semana: empresa de antivírus diz que 52% dos antivírus
"entram em extinção" em 24 horas; China desiste de obrigatoriedade de software
de censura; Apple lança correção para o BIND e nova versão do Safari.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus,
invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize
a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas
as quartas-feiras.
A Microsoft lançou 9 boletins de segurança, já
previstos, nesta terça-feira (11). Cinco deles são considerados “Críticos”,
e os demais receberam uma classificação “Importante”. Um total de 19 falhas de
segurança foram corrigidas pelas atualizações.
Fonte: Globo.com
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ago
Jovem australiano foi preso nesta quinta (13) por criar vírus para roubar dados bancários e de cartão de crédito. (Foto: Divulgação/SXC.hu)
Um australiano de 20 anos foi acusado de infectar mais de 3 mil computadores em todo o mundo com um vírus projetado para capturar dados bancários e de cartão de crédito de internautas, informou a polícia local nesta quinta-feira (13).
O jovem, que vive na cidade de Adelaide, também é acusado de controlar cerca de 74 mil computadores em todo o mundo para realizar ataques coordenados de negação de serviço (Distributed Denial of Service ou DDoS, na sigla em inglês).
Ataques do mesmo tipo, que tem o objetivo de sobrecarregar um serviço para
tirá-lo do ar, causaram problemas
nesta semana a redes sociais populares como o Facebook e o Twitter.
O
homem, cujo nome não será revelado até que ele compareça a um tribunal em 4 de
setembro, foi acusado de vários crimes cibernéticos que podem levá-lo a cumprir
pena de até 10 anos de prisão, de acordo com o delegado Jim Jeffery.
A
polícia não informou, no entanto, se o acusado teria usado as informações
bancárias roubadas para cometer fraudes de identidade.
O homem foi preso após três meses de investigações envolvendo as polícias
estadual e federal da Austrália especializadas em crimes cibernéticos, que
também obteve informações que vão permitir identificar outros criminosos.
Fonte Globo.com
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ago
Pelo sexto ano a Coreia do Sul organiza uma disputa de robôs para testar os
avanços da robótica, apresentar máquinas cada vez mais parecidas com o ser
humano e também com outros animais. O evento, que pode ser chamado de "A
olimpíada dos robôs", reuniu neste ano 1,1 mil participantes - o triplo de 2008
- vindos de dez países e competindo em dez modalidades.
Desta competição também podem sair os cientistas que vão construir os robôs do
futuro. Já há crianças de 6 anos de idade - dezenas delas - montando seus
robozinhos e colocando as máquinas para brigar. São parecidas com aranhas e o
objetivo é empurrar os adversários para fora do ringue.
Na luta pela
supremacia cibernética vale quase tudo para saber quem é o melhor e o mais forte
no mundo dos robôs. Esportes de robôs podem ser violentos. Por isso, o público
humano fica fora. Eles se enfrentam em uma arena, coberta por acrílico
reforçado. Nem todos os competidores terminam inteiros.
Um dos
obstáculos que os robôs em forma de carros têm que tentar desviar enquanto se
enfrentam na arena tem fogo, martelos, alçapões escondidos. É uma disputa pela
sobrevivência e para esmagar o adversário. Já a luta de robôs humanóides é uma
mistura de boxe, caratê e judô. Vale qualquer golpe para derrubar o adversário.
Um zoológico-robô mostra a girafa-cibernética, a mosca gigante e outros animais
que - felizmente - ainda estão sob controle dos humanos.
Baseball ainda não é esporte olímpico. Falta melhorar a tacada. Mas ele gosta,
aplaude e agradece. Já no futebol, os planos são ambiciosos: criar um time capaz
de encarar o campeão mundial de clubes dos humanos. O jogo do século e - se
depender dos construtores de robôs - já tem data para acontecer: será em 2050.
O representante do time americano diz que os robôs estão ficando - a
cada ano - maiores, mais hábeis e mais espertos. Em pouco mais de 40 anos, será
possível ter uma equipe capaz não apenas de enfrentar os melhores jogadores de
carne e osso do mundo, mas vencer. Entre os robôs, são dois contra dois. É
preciso ter canela de aço porque o juiz não marca nada. Até chutar goleiro e
bola juntos para dentro das redes pode.
Fonte: Globo.com
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jul
Por Nicola Leske
FRANKFURT, 29 de julho (Reuters) - A produtora alemã de software para empresas SAP elevou projeção de margem de lucro em 2009, com base em um segundo trimestre de resultados sólidos. O anúncio oferece ao combalido setor europeu de tecnologia expectativas de recuperação.
"Creio que o pior já tenha passado", disse Leo Apotheker, presidente-executivo da SAP, à rede de TV alemã N-TV, na quarta-feira. "Percebi que meus clientes estão encarando o futuro com mais otimismo, e parecem mais calmos e menos temerosos do que há três meses", acrescentou.
A SAP, maior produtora de software para gestão de negócios do mundo, também divulgou projeção de vendas para o ano, algo que não tinha feito até agora, e suas ações subiam 2,2 por cento.
A companhia antecipa que suas margens de lucro em 2009, excluídos itens extraordinários, fiquem entre 25,5 e 27 por cento, a taxas de câmbio constantes. Isso inclui custos de reestruturação não recorrentes da ordem de 200 milhões de euros (285,5 milhões de dólares) para demissões anunciadas anteriormente este ano. A projeção anterior da SAP era de 24 a 25,5 por cento.
No entanto, a empresa também informou que antecipa que as vendas de software e serviços relacionados caiam de quatro a seis por cento este ano.
Anteriormente, a SAP havia baseado suas projeções de margens na suposição de que as vendas centrais se manteriam estagnadas ou cairiam em cerca de um por cento ante os 8,6 bilhões de euros registrados em 2008.
"Estamos vendo os primeiros sinais de fim da recessão", disse Apotheker à CNBC, acrescentando que "a recuperação será lenta".
Um relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), na terça-feira, adotou tom semelhante.
"O faturamento dos fabricantes de semicondutores, um indicador para o setor de tecnologia da informação e comunicações, se recuperou acentuadamente em maio, depois de um severo colapso nos pedidos no primeiro trimestre de 2009", afirma o relatório.
Fonte: G1 - Tecnologias
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jul
Por Rina Chandran
BANGALORE (Reuters) - No centro de pesquisa que a Microsoft mantém na arborizada capital indiana da tecnologia, uma nova geração de pesquisadores está sendo treinada, a meio mundo de distância da imensa sede da empresa, em Seattle.
O centro está ajudando a mudar a percepção de que a Índia não é o lugar ideal para trabalho de ponta no ramo de pesquisa e desenvolvimento.
O centro conta com 60 pesquisadores em tempo integral, muitos dos quais indianos que fizeram doutorado em grandes universidades dos Estados Unidos, e é um dos polos de vanguarda nos esforços de pesquisa da Microsoft. Seu trabalho se concentra em sete áreas de pesquisa, entre as quais mobilidade e criptografia.
O sucesso do centro, que inclui o desenvolvimento de uma popular ferramenta para o Bing, o novo serviço de buscas da Microsoft, sublinha o potencial da pesquisa e desenvolvimento na Índia em um momento na qual as empresas, preocupadas com os custos, estão ávidas por transferir operações a centros mais baratos a fim de economizar dinheiro, aproveitando o talento dos pesquisadores estrangeiros.
Demonstrando a ferramenta do Bing que permite buscas por locais ainda que o usuário só disponha de um endereço incorreto ou incompleto, B. Ashok, diretor de uma unidade de pesquisa do centro, afirmou que aquela inovação jamais teria fincado raízes se o trabalho de pesquisa e desenvolvimento tivesse acontecido nos EUA.
"O projeto foi completamente inspirado pelo ambiente indiano, mas tem aplicações em todo o mundo", disse.
Embora a Índia possa parecer uma localização natural para a expansão das atividades de terceirização rumo à pesquisa e desenvolvimento, o país sofre alguns sérios problemas estruturais, como por exemplo a falta de pesquisadores locais ou a falta de apoio do governo.
A Índia coloca no mercado 300 mil formandos em ciência da computação a cada ano, mas só 100 doutores em computação, uma pequena fração dos 1,5 mil a dois mil doutorados conferidos a cada ano nesse ramo da ciência em países como os EUA e a China.
"Os estudantes aqui não ficam expostos a pesquisas desde cedo, os professores idem, e falta um plano de carreira que incentive a inovação, devido à pressão para que os formandos obtenham logo um emprego real", disse Vidya.
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jul
A terça-feira (14) desta semana trouxe o pacote
mensal de correções de segurança da Microsoft. Entre as nove
brechas eliminadas está a que colocou usuários
do Internet Explorer em risco na semana passada, quando
criminosos exploraram ativamente o problema, forçando a
Microsoft a liberar uma solução temporária.
Também nesta semana: Código explora brecha no
Firefox 3.5, site "milw0rm" volta a operar, mudança na
Central de Segurança do Windows pode gerar alertas.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação
(antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá
até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A
coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
>>> Microsoft corrige brecha que deixou Internet Explorer vulnerável
Foi nesta terça-feira (14) a segunda terça-feira útil do mês de julho. É nesse dia que a Microsoft lança correções de segurança para seus produtos, e este mês não foi diferente. No entanto, o pacote de correções desse mês traz uma solução definitiva para a brecha no componente ActiveX do DirectShow.

Na semana passada, a gravidade do problema forçou
a Microsoft a disponibilizar uma solução
temporária. Criminosos já estavam utilizando a brecha em
sites maliciosos na web, mas usuários não tinham meios de se
proteger. O boletim publicado esta semana para dar informações
sobre a atualização de segurança é o MS09-028.
Outros cinco boletins também foram publicados. O
MS09-032 atualiza a lista de “killbits”, que
desativa componentes inseguros ou potencialmente inseguros do
Internet Explorer. A classificação desses dois boletins é
“Crítica”, assim como no MS09-029, que aborda um erro no
processamento de fontes.
Os demais boletins receberam a classificação
“Importante”. Dois deles não atingem a maioria dos usuários: o
MS09-033 fala de um problema no VirtualPC, enquanto o MS09-031 é
focado em uma vulnerabilidade no firewall corporativo ISA
Server. O MS09-030 é relevante para usuários do Publisher,
software do pacote Office.
O blog de segurança da Microsoft Brasil, Negócio
de Risco, publicou um resumo informativo dos boletins deste mês, com
a tabela da foto acima.
As atualizações podem ser instaladas a partir de
links no site da Microsoft, em cada boletim. Mas a maneira
recomendada é por meio das atualizações automáticas do Windows,
que podem ser configuradas no Painel de Controle.
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jul
MUMBAI (Reuters) - A empresa de pesquisa de mercado Gartner prevê que os gastos globais com tecnologia da informação devem cair 6 por cento em 2009, declínio mais acentuado que a projeção anterior de 3,8 por cento, devido à crise econômica e aos movimentos de câmbio.
"Enquanto o declínio econômico global mostra sinais de enfraquecimento, os orçamentos deste ano com Tecnologia da Informação ainda estão sendo cortados e os consumidores precisarão de muito mais persuasão antes de se sentirem confiantes o suficiente para abrir a carteira", disse Richard Gordon, diretor de previsão global da Gartner, em comunicado nesta terça-feira.
O gasto global deve totalizar 3,2 trilhões em 2009, contra 3,4 trilhões no ano passado, informou o Gartner.
O segmento de hardwares sofrerá a queda mais acentuada, de 16,3 por cento, enquanto o de software terá retração de 1,6 por cento, segundo estimativas da empresa.
Os gastos com telecomunicações devem recuar 4,6 por cento e com serviços de tecnologia da informação podem diminuir em 5,6 por cento, acrescentou a empresa.
Fonte: G1 - Tecnologia
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