ago
Trabalhos são da Africa, Full Jazz, Master, McCann Ericson, Ponto de Criação, Repense e Y&R
Para marcar a entrada da lei estadual que proíbe o fumo em locais coletivos fechados em São Paulo e também comemorar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, lembrado no próximo dia 29, sete agências de publicidade foram convidadas para participar de projeto especial do propmark. A proposta às agências Africa, Full Jazz, Master, McCann Ericson, Ponto de Criação, Repense e Y&R foi de criação de anúncios (veiculados nesta edição) sobre o tema: “É proibido fumar. Você é contra ou a favor?”.
A McCann, por exemplo, recorreu à força do próprio impacto que as 4.720 substâncias químicas contidas no cigarro causam e criou um anúncio relacionando todas elas. “Ao mesmo tempo que a informação choca, ela ajuda a mostrar que não dá para ficar dentro de um ambiente fechado respirando todas essas substâncias”, argumenta Eric Sulzer, diretor de criação da McCann. A dupla de criação responsável pelo anúncio é Rubens Martinelli e Renato Zandoná. A peça traz a assinatura: “Deixe as 4.720 substâncias químicas que o cigarro libera fora dos ambientes fechados”.
Com criação de Alexandre Abrantes e Daniel Prado, o anúncio da Africa traz imagem de mãos sobrepostas e ao meio um cigarro aceso. “O conceito é que quando você fuma em um lugar fechado, mais gente acaba fumando com você”, comentou Abrantes.
Já a Master foi um pouco mais longe em sua pesquisa para a criação do anúncio e desenvolveu o blog Tabaconomia, reunindo informações relevantes sobre o impacto do cigarro na economia. A peça traz a pergunta: “Você sabe o quanto realmente gasta com cigarro?”.
“Para enriquecer a questão, descobrimos diversos links, no Orkut, Facebook, entre outros sites, com dados indicativos de estudos publicados sobre o impacto do cigarro na economia. No blog, também terá a tabacocalculadora que faz um cálculo do que um fumante poderia comprar com o dinheiro que gasta com cigarro, em um ano, por exemplo”, contou Flavio Waiteman, vice-presidente de criação da Master. A criação é de Jimmy Nagosky, David Keller e Victor Afonso.
A Full Jazz também se utilizou do recurso da informação para a criação da peça. Com um cigarro aceso, o anúncio traz a seguinte questão: “81% respirando a fumaça [fazendo menção aos brasileiros que não fumam] de 19% [dos brasileiros que fumam]. Não parece injusto para você? E finaliza: “Respeite a nova lei antifumo”.
Já a Repense traz a clássica imagem de um cigarro aceso sobre o cinzeiro e argumenta a favor da liberdade e do respeito. No canto inferior, traz o texto: “Agora é proibido fumar em lugares fechados de uso coletivo em São Paulo. Não somos contra nem a favor da lei. Somos a favor da liberdade e do respeito”. A criação é de Gustavo Bittencourt, Amandio Cardoso, com direção de Frederico Rodrigues.
Já a peça da agência Ponto de Criação traz o texto: “Se você ficou nervoso com a nova lei, saia e vá fumar um cigarro. Lei antifumo. Ponto a favor”.
Recorrendo a um recurso gráfico, o texto do anúncio da Y&R “invade” o texto de uma matéria para reforçar o conceito. Copy do texto é: “O problema da área para fumantes é que a fumaça não respeita o espaço demarcado para ela”.
por Kelly Dores







Fonte: Propmark
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
Lei Federal 12.006, publicada no Diário Oficial da União nesta
quinta-feira (30), determina que toda e qualquer peça publicitáia que
faça divulgação de produtos oriundos da indústria automobilística -
veículo ou peça - deverá incluir, obrigatoriamente, uma mensagem
educativa de trânsito. A iniciativa é um complemento ao CTB (Código de
Trânsito Brasileiro).
A determinação fará com que as peças que divulgam pneus ou lançamentos de veículos, por exemplo, tragam mensagens similares às usadas em campanha de bebidas alcoólicas, como "se beber, não dirija", e "não dirija e fale ao celular ao mesmo tempo". As ações de fabrigantes de cigarros também são obrigadas a fazer algo semelhante, com informações do tipo "fumar é prejudicial à saúde".
A nova lei também determina que as publicidades constantes em outdoors instalados nas beiras das rodovias, sejam elas de qualquer tipo de produto, incluindo anunciantes institucionais (das empresas concessionárias) e até eleitorais, também contenham informações sobre educação no trânsito.
As penas para quem descumprir as novas normas vão desde advertência por escrito, no primeiro flagrante, e suspensão da divulgação de propaganda do produto por 60 dias, até multa de 1 mil a 5 mil vezes o valor da Ufir (Unidade Fiscal de Referência) em casos de reincidência, além da suspensão imediata da veiculação da peça publicitária.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Propmark
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
Participação adquirida pela companhia de internet foi de 5%
A Time Warner, que planeja se separar da AOL até o final do ano, comprou a participação do Google em 8 de julho, informou a AOL em documento enviado à Securities and Exchange Commission. O preço pago pela participação do Google sugere que a AOL tem um valor total de cerca de US$ 5,7 bilhões.
O Google, principal ferramenta de busca na Internet nos Estados Unidos, comprou a participação de 5% na AOL em dezembro de 2005, como parte de uma parceria de publicidade de cinco anos entre ambas as companhias.
As informações são da Reuters.Fonte: Propmark - Internet
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
Com 21%, internet é o canal com maior crescimento
Com um faturamento bruto de R$ 15,042 bilhões, o meio televisão mantém a liderança dos investimentos em mídia no Brasil. O volume contabiliza as PIs (Pedidos de Inserção) do primeiro semestre de 2009. A participação das emissoras cresceu para 54%, contra 50% do mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$ 13,378 bilhões. O crescimento das TVs foi 12%.
A internet teve o maior crescimento entre os canais de mídia: 21%. O faturamento da web foi de R$ 784,6 milhões nos primeiros seis meses de 2009, contra R$ 649,3 milhões do primeiro semestre do ano passado. A executiva Dora Câmara, diretora do Ibope Monitor, instituto que faz a medição de compra de mídia no País com base nos preços cheios da tabela dos veículos de comunicação, sem descontos e negociações, explica que os dados de internet ainda vão sofrer alteração para atender demanda do mercado.
"Vamos trabalhar junto com o Grupo de Mídia e outras entidades para ajustar a forma de valoração desse meio que começou a ser pesquisado este ano, mas que vem sendo monitorado desde 2008. A variação, porém, não será muito grande, para mais ou para menos", explicou Dora. A internet assegurou 3% de market share, superando a mídia cinema - que aparece com 1% de presença nos investimentos em mídia - com R$ 177,1 milhões no período, contra R$ 170,7 milhões do ano passado.
Os jornais mantêm a 2ª posição com, R$ 6,3 bilhões de faturamento, mas tiveram 3% de queda de participação de mercado sobre 2008, quando tinham 26% e anotaram R$ 6,9 bilhões. As revistas mantêm share de 8%, neste ano com R$ 2,262 bilhões contra R$ 2,243 bilhões em relação ao período de janeiro a junho do ano passado. Os mesmos 8% de participação têm as TVs pagas nos primeiros semestres de 2008 e 2009, este ano com R$ 2,199 bilhões. O rádio elevou participação para 5% com faturamento de R$ 1,2 bilhão. O outdoor reduziu volume de recursos de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões.
Entre os anunciantes, as Casas Bahias permanecem na liderança do ranking do Ibope Monitor este ano, com R$ 1,48 bilhão no 1º semestre - enquanto no ano passado disponibilizou verba de R$ 1,407 bilhão. A Unilever está na 2ª posição, a mesma de 2008, agora com R$ 808,2 milhões, menor do que os R$ 874 milhões milhões do ano passado, queda que é explicada devido a redução de 32% das verbas de mídia da categoria de higiene e beleza. A AmBev, com um investimento de R$ 467,5 milhões, confirmou o 3º lugar, o mesmo de 2008 - quando as PIs do anunciante chegaram a R$ 311,8 milhões. A Caixa Econômica Federal passou para o 4º lugar, com R$ 409,3 milhões. No ano passado a CEF estava em 6º, com R$ 267,6 milhões. A Fiat manteve o 5º lugar, agora com R$ 371,5 milhões, mas no 1º semestre do ano passado a montadora registrou R$ 275,2 milhões. A Hyundai, que ano passado teve verba de R$ 187,4 milhões e ocupava a 15ª posição do ranking do Ibope, passou para o 6º lugar com investimento bruto de R$ 258,2 milhões. A TIM também teve crescimento vertical: saltou da 27ª posição no ano passado, com uma verba de R$ 125,1 milhões, para a 7ª, com R$ 255,6 milhões.
A praça de São Paulo concentrou o maior investimento publicitário do País com 30% de share e R$ 8,3 bilhões, contra R$ 8 bilhões e o mesmo volume de participação de mercado no ano passado. A rubrica nacional que envolve revistas, TVs por assinatura e internet, contabilizou R$ 4,9 bilhões e 18% de share. Com participação de 13%, o Rio de Janeiro é o 3º colocado, com R$ 3,6 bilhões. A praça de Vitória, que passou a ser pesquisada este ano, não só os investimentos publicitários, mas também a quantidade de GRPs (Gross Rating Points), tem 1% de share e R$ 316 milhões de faturamento.
"Há queda de 2% no setor financeiro e de 44% no imobiliário. A indústria farmacêutica teve elevação de 39%, com destaque para medicamentos para dor, que tiveram 71% mais investimentos no período, e para gripe, com 56%, nesse caso atribuo a elevação à gripe suína. Nos serviços ao consumidor, a telefonia aumentou em 136% os investimentos e saúde 32%. A campanhas públicas registram 54% de aumento de verbas. Como há um crescimento de 6% no semestre, quando o cenário era pessimista, acredito que até dezembro o mercado vai manter ou até até subir as previsões", finalizou Dora.
Fonte: Propmark - Mercado
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
A Coca-Cola divulgou nesta terça-feira (21) um lucro trimestral melhor
do que o esperado. O resultado foi apoiado em mercados como China e
Índia - que ajudaram a reduzir o impacto de um dólar mais forte. A
maior produtora de refrigerantes do mundo teve lucro de US$ 2,040
bilhões, ou US$ 0,88 por ação, no segundo trimestre, encerrado em 3 de
julho, ante ganho de US$ 1,420 bilhão, ou US$ 0,61 por ação, um ano
antes.
Fonte: propmark.com.br - Mercado
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
Marca de calçados passa por transformação e ganha novo posicionamento
A Grendene aproveita a 41ª edição da Francal para relançar a marca Rider. A marca acaba de passar por transformação e ganha novo posicionamento. Saem de cena os tradicionais modelos gáspea e entram modernas flip flops e o lema "Enjoy the ride". Os modelos serão lançados no mercado em setembro de 2009.
O relançamento da Rider foi planejado para atingir o público masculino de 20 a 25 anos. O target é o jovem ativo e descontraído, que gosta de viajar e curtir a vida com os amigos. Segundo João Batista Cabral de Melo, supervisor de marketing da marca, a Rider foi líder em share/valor até 2004 e agora volta mais contemporânea, com a mesma essência, mas com outra linguagem.
A Rider terá uma linha completa de calçados, com chinelos, papetes e tênis. Os chinelos são feitos de PVC 100% reciclável e em parte reciclado.
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
O cacau selvagem colhido em um dos lugares mais remotos da
Amazônia virou matéria-prima para chocolates finos na Europa.
Ribeirinhos de Boca do Acre, na confluência do Rio Acre com o
Purus, no sul do Amazonas, colhem o cacau e o vendem a uma
cooperativa que beneficia os frutos para enviá-los à Alemanha,
onde são ingrediente de chocolates que custam cerca de 3 euros
por unidade (mais de R$ 8).
Segundo Jaime Sass, diretor-administrativo da
Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar),
este ano já foram colhidas 6 toneladas de frutos nativos.
Os cacaueiros estão espalhados pelos rios da região. Ribeirinhos fazem a colheita e levam os frutos até a beira do rio, onde são recolhidos com barcos. “Temos muitos gastos devido às grandes distâncias que precisamos percorrer para recolher o cacau”, explica Sass. Após o recolhimento, os frutos são descascados e colocados em caixas de fermentação por alguns dias. Em seguida, são secos em estufas.
Apesar das dificuldades, o extrativismo de cacau é uma maneira para os ribeirinhos conseguirem dinheiro, já que a maioria deles se dedica apenas à pesca e à agricultura de subsistência.
Segundo o diretor da Cooperar, eles conseguem até R$ 50 com um
dia de trabalho. Ao todo, cerca de 200 ribeirinhos de Boca do
Acre trabalham com o cacau durante três meses (março a maio) ao ano.
A parceria com os alemães funciona desde 2006. A
Cooperação Técnica Alemã, empresa pública que apoia o
desenvolvimento em países estrangeiros fez a ponte entre os
extrativistas do Amazonas e a fábrica de chocolates.
Uma fundação alemã pagou a instalação de estufas de secagem e a indústria se compromete a cobrir os gastos da cooperativa quando houver imprevistos que aumentem os custos, como a cheia prolongada deste ano, que dificultou a colheita.
A matéria-prima amazônica é usada em dois tipos de chocolate com diferentes teores de cacau. (Foto: Reprodução)
Por que trazer a matéria-prima de um lugar tão distante? A fábrica alemã, além de apostar na qualidade do cacau selvagem da Amazônia, usa sua origem “exótica” para marketing. A questão do apoio aos ribeirinhos e do comércio justo é outro ponto favorável para a imagem da empresa.
Fonte: Globo Amazônia
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
jul
Premiação de Melhores e Maiores da Exame teve a presença do ministro Guido Mantega
A Natura ganhou o prêmio de Empresa do Ano e também foi considerada a melhor empresa do segmento de Bens de Consumo na 36ª edição do Melhores e Maiores da Exame. “A Natura ensina que tudo é coletivo. Somos a mesma essência e temos que reconhecer as muitas oportunidades de melhorias. Quando olhamos para o futuro, estamos vendo um mundo pedindo uma evolução. O jeito que o mundo está crescendo não é sustentável. É preciso reinventar e repensar o jeito de fazer negócio e o Brasil pode mostrar um jeito de desenvolvimento diferente para o mundo”, disse Alessandro Giuseppe Carlucci, presidente da Natura.
A premiação da noite desta terça-feira (7), realizada no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, anunciou as melhores empresas de 2008 em 18 setores da economia e contou com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que afirmou mais uma vez que a crise econômica prova que o Brasil possui uma economia forte e sólida e está se destacando perante o mercado mundial. “A crise mostra que o País está maduro, reduziu a dependência externa, vem promovendo a distribuição de renda e entrou na rota do desenvolvimento. Deixou de ser coadjuvante e passou a protagonista global”, disse Mantega.
Antes da entrega dos prêmios aos vencedores, Roberto Civita, presidente do conselho do Grupo Abril, discursou aos convidados e ressaltou que os investimentos na economia devem permanecer. “É preciso continuar a investir e não abafar o espírito animal que há em cada empresário e reforçar nossas marcas e suas veiculações com nossos consumidores. É urgente investir na alavancagem da qualidade do nível educacional e da qualificação dos nossos profissionais”, disse Civita.
Confira os vencedores:
Auto-indústria: Suspensys
Bens de Capital: Atlas Schindler
Bens de Consumo: Natura
Eletroeletrônico: Prysmian
Energia: AES Tietê
Farmacêutico: Roche
Indústria da Construção: Engevix
Indústria Digital: UOL
Mineração: CBMM
Papel Celulose: Santher
Química e Petroquímica: Fosfertil
Serviços: Visa Net
Siderurgia e Metalurgia: CSN
Telecomunicações: Telefônica
Têxteis: Calçados Beira Rio
Transporte: Localiza
Varejo: B2W
Empresa do Ano: Natura
Empresa do Ano Agronegócio: Camil
por Maria Fernanda Malozzi
Fonte: PROPMARK
del.icio.us
|
Digg
|
Furl
|
StumbleUpon
|
Technorati
|
BlogBlogs
Categoria: Marketing
Comentarios:
Paginas








