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15
jan

Poupança teve em 2009 pior rentabilidade em 43 anos


  15 de Janeiro de 2010

A tradicional caderneta de poupança teve em 2009 a pior rentabilidade dos últimos 43 anos. Segundo levantamento da empresa de informações financeiras Economática, o ganho da aplicação no ano passado, de 7,05%, ficou 0,85 ponto porcentual abaixo do verificado em 2008. Antes disso, o menor patamar do período havia sido em 2007, quando a poupança rendeu apenas 7,77%.

A queda na rentabilidade é reflexo direto dos cortes feitos pelo Banco Central (BC) na taxa básica de juros (a chamada Selic), hoje em 8,75% ao ano. A poupança tem remuneração de 6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), que é calculada com base nos juros cobrados pelos bancos nos CDBs (Certificados de Depósito Bancário). O ganho desses papéis acompanha a variação da Selic.

Mas, apesar da queda na rentabilidade, o ganho real, descontada a inflação de 4,31%, voltou a subir depois de dois anos de queda. No ano passado, a remuneração real ficou em 2,63% ao ano, acima de 1,89% de 2008. Na prática, um investidor que aplicou R$ 1.000 no fim de 2008 terminou 2009 com R$ 1.070,5. Descontada a inflação (IPCA), ele teve um ganho real de R$ 27,4, calcula a Economática. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Agência Estado


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21
set

Agência de risco diz que América Latina viverá um novo ciclo de expansão


  21 de Setembro de 2009

A economia latino-americana se prepara para um novo ciclo de expansão em 2010, depois de sofrer uma leve recessão, de acordo com relatório econômico divulgado nesta segunda-feira (21) pela agência de risco de crédito Moody s. Segundo a empresa, o crescimento será liderado pelos países do Cone-Sul, com o Brasil na ponta, seguido por economias como Peru, Chile e Colômbia.

"O ciclo começará uma recuperação depois da crise, e chegará a um crescimento potencial de 4% em 2011. No médio prazo, a região poderá entrar em um patamar de expansão mais sustentável, graças às reformas implementadas. No longo prazo, o crescimento anual poderá ficar em 5%, em média", diz o estudo.

O estudo vê a recessão vivida pela América Latina como "leve". "[A força dos bancos da região durante a crise] é creditada não apenas à exposição marginal a ativos arriscados, mas também à regulação que prevê investimentos de, no máximo, um terço dos ativos em investimentos arriscados. Graças a isso, as instituições financeiras superaram a turbulência e continuaram fortes."

Reformas

"A região fez alguns progressos em termos de reformas, mas mais mudanças são necessárias [...]. Na próxima década, veremos a América Latina com instituições mais reguladas e supervisadas, mas com uma economia mais flexível e reesturutrada, e crescimento baseado em fontes domésticas", diz o relatório, citando que mudanças são necessárias nos segmentos de energia, serviços bancários e mercado de trabalho.

 




Fonte: Globo.com


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17
set

Bovespa oscila com dados divergentes dos Estados Unidos


  17 de Setembro de 2009

SÃO PAULO - Após acumular alta de quase 7% em setembro e renovar o nível máximo de 2009 nesta última quarta-feira, 16, a Bovespa deve, enfim, ter uma sessão de realização de lucros nesta quinta-feira, 17. A queda dos índices futuros em Nova York, em reação aos dados divergentes sobre a economia norte-americana anunciados nesta manhã, assim como as perdas das commodities no exterior determinam o sinal negativo da Bolsa na abertura. Às 10h26, o Ibovespa subia 0,09%, aos 60.467 pontos.

Para o gestor de investimentos da Senso Corretora, Antonio Cesar Amarante, os mercados devem viver uma correção "saudável" nos preços dos ativos hoje, o que permitiria a entrada de mais investidores rumo a novos picos no ano. Ele afirma que o movimento não apagaria a tendência da Bovespa, que é de testar os 62 mil pontos no curto prazo. "O topo atingido ontem (60.410,66 pontos, maior patamar desde 21 de 2008) com volume forte (R$ 7,018 bilhões) mostra consistência para a Bolsa", avalia.

Os dados divulgados na manhã desta quinta-feira também devem ajudar na realização, apesar de não apagar o cenário favorável de recuperação da economia dos Estados Unidos. Os pedidos de auxílio-desemprego feitos no país na semana encerrada no último sábado (dia 12) caíram 12 mil, em linha com a previsão de -13 mil. Porém, o setor imobiliário continua mostrando fraqueza: o número de obras residenciais iniciadas cresceu 1,5% em agosto, bem abaixo da expectativa de alta de 3,3%. As permissões para as obras residenciais também subiu aquém do previsto, +2,7% no mês passado, ante projeção de +4,6%.

Os dados firmaram no vermelho os índices das Bolsas de Nova York. Às 10h26, a Dow Jones caía 0,04% e Nasdaq recuava 0,19%. Logo mais, às 11 horas, será a vez do índice de atividade do Fed de Filadélfia em setembro. Porém, mesmo que o dado surpreenda positivamente, talvez não tenha força para inibir a realização ensaiada nesta manhã.

Assim como os índices acionários, o petróleo operava em queda, mas ainda negociado na casa dos US$ 72 o barril na Nymex. Hoje, em Paris, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, afirmou que os investimentos internacionais da estatal estão congelados porque a quantidade de oportunidades no Brasil é grande, devido ao potencial de exploração nas novas áreas na camada pré-sal.



Fonte: O Estado de São Paulo


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14
set

Para Barclays, alta das bolsas não é bolha


  14 de Setembro de 2009

O tópico do momento, na visão de muitos participantes do mercado, parece ser o medo crescente de que o rali nas bolsas em todo o mundo esteja passando do limite, o que inevitavelmente levaria à explosão da bolha das ações nos próximos meses. Se por um lado houve uma melhora significativa nos fundamentos da economia global neste ano, principalmente com o fim do temor de quebra de grandes instituições financeiras, por outro lado muitos analistas atribuem ao excesso de liquidez nos países emergentes o atual preço das ações nos países emergentes, que estão muito além do que poderia ser justificado por uma análise fundamentalista dos resultados financeiros das empresas. Entretanto, para os analistas do banco britânico Barclays, a preocupação, embora não possa ser totalmente descartada, ainda é prematura e há possibilidade de ganhos adicionais em países como China e Brasil.

Em relatório intitulado "Rali nos Mercados Emergentes: Tendência de Alta, e não uma Bolha", os analistas explicam que a recuperação da economia e dos mercados foi sustentada, dentre outros fatores, por uma enxurrada de liquidez no sistema financeiro, em grande parte provida pelos governos. O excesso de liquidez, combinado ao momento vivido pelo mercado atualmente poderia resultar em instabilidade, mas "ainda não estamos próximos de ultrapassar o limite", diz o relatório do Barclays. O principal argumento é justamente o fato de que o desempenho dos mercados ainda parece razoável e os preços teriam que subir muito para que as autoridades monetárias considerassem uma intervenção. "Em suma, as coisas teriam que ficar muito melhores antes de piorarem".



Fonte: Portal Exame


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9
set

10 corretoras apontam as melhores ações para setembro10 corretoras apontam as melhores ações para se


  9 de Setembro de 2009

A possibilidade de elevação do Brasil para grau de investimento pela Moody’s deve atrair, nos próximos meses, a atenção de novos investidores estrangeiros para o mercado de ações nacional. Mesmo sendo época de férias nos Estados Unidos e na Europa, em agosto, a entrada líquida de capital estrangeiro na Bovespa ultrapassou a casa dos 2 bilhões de reais, acumulando mais de 13 bilhões de reais no ano, e a perspectiva de aumento desse fluxo deve impactar no desempenho do Ibovespa, o qual, segundo as expectativas do mercado, vai continuar subindo.

Tendo em vista tal cenário, grande parte dos analistas está recomendando a compra de papéis com forte potencial de valorização no curto prazo e que são beneficiados pelo aumento no fluxo de investimentos estrangeiros. As corretoras, no entanto, não abandonaram as indicações de empresas de setores mais defensivos, como energia, telecomunicações e saneamento, já que ainda há dúvidas sobre uma possível recaída da economia global. O economista Nouriel Roubini, um dos primeiros a alertar o mundo sobre a crise do crédito americano, publicou na última semana um artigo no qual afirma que o risco de uma recaída mundial está crescendo. Para ele, há grandes chances de uma recessão em W, ou seja, depois de uma ligeira melhora na economia global, o mundo voltaria a mergulhar numa crise.

Os papéis da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig - CMIG4) voltaram a compor a carteira de recomendações da corretora Socopa para o mês de setembro, substituindo as ações da Embraer (EMBR3). “Decidimos retornar com um papel do setor elétrico que apresenta bons fundamentos e que está atrasado em relação ao índice (Ibovespa), ao mesmo tempo em que realizamos os papéis da Embraer, que nos renderam neste mês 10,96%, mas podem sentir, no curto prazo, o impacto do real valorizado nas margens da empresa”, diz o relatório da corretora.

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp - CESP6) compõe as carteiras recomendadas pela corretora do HSBC e pela Um Investimentos. Segundo avaliação dos analistas do HSBC, “a forte apreciação do real deve favorecer o resultado financeiro da companhia no curto prazo, devido à sua elevada exposição à moeda estrangeira (cerca de 40% da dívida total)".

De olho na retomada da comercialização do Speedy, produto de banda da Telefonica, os analistas do HSBC e da corretora Ágora mantiveram em suas carteiras as ações preferenciais da Telesp (TLPP4).

O setor de construção, que sofreu fortemente com a crise financeira, está voltando a fazer parte da recomendação das corretoras. Neste mês, a Alpes incluiu em sua carteira as ações da Rossi Residencial (RSID3), enquanto a Intra preferiu as ações da Cyrela (CYRE3). Já a Um Investimentos está indicando os papéis da PDG Realty (PDGR3) e da MRV (MRVE3), pois “acredita que o setor deve apresentar forte crescimento nos próximos anos, dado o déficit habitacional brasileiro, a queda na taxa de juros e o pacote habitacional do governo”.

Veja as carteiras sugeridas por 10 corretoras para o mês de setembro.
 

Ágora
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 39,00 31,38 24,28
BM&FBovespa BVMF3 13,36 11,62 14,97
Gerdau GGBR4 27,76 22,06 25,84
Vale  VALE3 44,16 36,68 20,39
SulAmérica SULA11 41,40 37,25 11,14
Cemig CMIG4 40,18 27,75 44,79
Telesp TLPP4 53,71 43,49 23,50
Energias do Brasil ENBR3 36,96 28,30 30,60
Itaú Unibanco ITUB4 39,34 31,98 23,01
Alterações
Entra: SulAmérica
 
Alpes
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Vale  VALE5 42,00 32,90 27,66
Petrobras PETR4 42,00 31,38 33,84
Bradesco BBDC4 35,50 30,75 15,45
Usiminas USIM5 58,00 44,30 30,93
Aços Villares AVIL3 1,08 0,93 16,13
Alterações
Não houve
 
Geração Futuro
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Usiminas USIM5 52,13 44,3 17,67
Banco do Brasil  BBAS3 31,28 26,16 19,57
Petrobras PETR4 47,28 31,38 50,67
Taurus FJTA4 11,29 7,45 51,54
Gerdau GGBR4 24,37 22,06 10,47
VCP VCPA4 30,5 29,41 3,71
Vale  VALE5 41,24 32,9 25,35
Randon RAPT4 18,58 11,7 58,80
Weg WEGE3 20,03 15,6 28,40
Guararapes GUAR3 48,23 38,78 24,37
Alterações
Entra: Guararapes
 
HSBC
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Energias do Brasil ENBR3 35,49 28,30 25,40
Cesp CESP6 24,75 20,19 22,60
Ambev AMBV4 167,93 141,00 19,10
Telesp TLPP4 53,01 43,49 21,90
BM&FBovespa BVMF3 14,50 11,62 24,80
Itaú Unibanco ITUB4 43,01 31,98 34,50
Petrobras PETR4 34,27 31,38 9,20
Vale  VALE5 31,39 32,90 -4,60
CSN CSNA3 46,18 49,02 -5,80
Alterações
Entra: Ambev; Itaú Unibanco
 
Intra
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Sabesp SBSP3 Não informado  34,70 -
Souza Cruz CRUZ3 Não informado  59,84 -
Eletropaulo ELPL6 Não informado  34,97 -
Itaú Unibanco ITUB4 Não informado  31,98 -
Petrobras PETR4 Não informado  31,38 -
Bradesco BBDC4 Não informado  30,75 -
Usiminas USIM5 Não informado  44,30 -
Vale  VALE5 Não informado  32,90 -
Cesp CESP6 Não informado  20,19 -
Natura NATU3 Não informado  30,49 -
Gerdau GGBR4 Não informado  22,06 -
Cyrela CYRE3 Não informado  23,69 -
Alterações
Entra: Cyrela
Sai: Net
 
Link
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Itaúsa ITSA4 11,10 9,68 14,67
Brasil Foods (Perdigão) PRGA3 Em revisão 42,10 -
ALL ALLL11 16,00 13,62 17,47
Vale VALE5 32,00 32,90 -2,74
Copasa CSMG3 32,00 30,11 6,28
Suzano SUZB5 24,00 17,80 34,83
Tractebel TBLE3 29,10 19,95 45,86
Vivo VIVO4 48,00 43,25 10,98
Ambev AMBV4 148,00 139,20 6,32
Transmissão Paulista TRPL4 57,70 47,93 20,38
Alterações        
Entra: Vale
Sai: Bradespar 
 
SLW
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Vale VALE5 48,42 32,90 47,17
Bradesco BBDC4 32,41 30,75 5,40
Cesp CESP6 30,10 20,19 49,08
Lojas Americanas LAME4 12,50 11,25 11,11
Pão de Açúcar PCAR5 Em revisão 46,11 -
Klabin KLBN4 4,10 3,65 12,33
BR Foods PRGA3 48,00 42,00 14,29
Braskem BRKM5 Em revisão 10,46 -
CSN CSNA3 56,37 49,02 14,99
Gerdau GGBR4 28,95 22,06 31,23
Petrobras PETR4 41,00 31,38 30,66
Embraer EMBR3 14,50 10,12 43,28
Alterações        
Entram: Klabin, BR Foods
Sai: Vivo
 
Socopa
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Bradesco BBDC4 38,00 30,75 23,58
Cemig CMIG4 32,35 27,75 16,58
Lojas Renner LREN3 Em revisão 29,90 -
Randon RAPT4 16,50 11,70 41,03
Vale VALE5 42,00 32,90 27,66
Alterações        
Entra: Cemig        
Sai: Embraer        
 
XP Investimentos
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Petrobras PETR4 Não informado  31,38 Não informado 
Vale VALE5 Não informado  32,9 Não informado 
Gerdau GOAU4 Não informado  27,62 Não informado 
Ultrapar UGPA4 Não informado  68,94 Não informado 
Tractebel TBLE3 Não informado  19,95 Não informado 
Itausa ITSA4 Não informado  9,68 Não informado 
LLX Log LLXL3 Não informado  5,15 Não informado 
MPX Energia MPXE3 Não informado  17,2 Não informado 
Positivo POSI3 Não informado  15,09 Não informado 
Eztec EZTC3 Não informado  7,07 Não informado 
 
 
Um Investimentos
Empresa Ação Preço-alvo (R$) Preço atual (R$)* Potencial de alta (%)
Cesp CESP6 Não informado  17,70 Não informado 
Vale VALE5 Não informado  32,90 Não informado 
LLX Log LLXL3 Não informado  5,15 Não informado 
BR Foods PRGA3 Não informado  42,00 Não informado 
PDG Realt PDGR3 Não informado  27,70 Não informado 
MRV MRVE3 Não informado  34,14 Não informado 
Dasa DASA3 Não informado  42,48 Não informado 
Duratex DURA4 Não informado  28,77 Não informado 
B2W Varejo BTOW3 Não informado  48,62 Não informado 
MMX Miner MMXM3 Não informado  8,40 Não informado 
Alterações
Não houve
 
* Cotação de fechamento de 31 de agosto de 2009
Fontes: corretoras

 


Fonte: Portal Exame



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8
jul

BMeFBOVESPA: Ibovespa acompanha índices dos EUA e perde 2porcento


  8 de Julho de 2009

SÃO PAULO, 8 de julho de 2009 - Em um dia com poucos indicadores econômicos na sessão, os mercados acionários mundiais seguem cautelosos a espera da divulgação de balanços corporativos. No Brasil, após abrir em alta, o Ibovespa não resistiu à pressão externa e no final da manhã passou a operar em terreno negativo. Há pouco, o índice acionário da BM&FBovespa perdia 2,02%, aos 48.455 pontos. O giro financeiro da bolsa estava em R$ 2,44 bilhões.

"O clima continua tenso com perspectivas de crescimento fraco e os resultados de empresas", ressaltou a equipe de análise econômica do Banco Fator.

No Ibovespa, o desempenho das commodities afetou o movimento. No caso do petróleo, o preço do barril tipo WTI, negociado na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês) opera abaixo dos US$ 62. Com isso, as ações da Petrobras recuam no índice, com as ordinárias perdendo 3,23% e as preferenciais recuando 2,24%.

Ainda referente as ações relacionadas às matérias-primas, os papéis preferenciais da Vale marcavam, há pouco, desvalorização de 0,75%, para R$ 27,54. Enquanto que preferenciais da Usiminas e Gerdau perdiam 0,27% e 2,33%, respectivamente. No âmbito corporativo, o mercado acompanhou que o Sistema Educacional Brasileiro (SEB) adquiriu por meio de sua controlada 100% do capital social do Pueri Domus Experimental e Pueri Domus Escolas Associadas. O valor total da aquisição foi de R$ 32,9 milhões. Instantes atrás, as units da companhia caíam 2,77%, cotadas a R$ 15,07.

Os investidores também ficaram atentos aos dados de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o indicador teve alta de 0,36%, ficando abaixo da taxa reportada no mês anterior (0,47%). A maior contribuição para a desaceleração do índice partiu do grupo de não alimentícios, que registrou redução na variação em junho (0,26%).

No flanco externo, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou para 2,5% a previsão de crescimento mundial para 2010 e afirmou que a economia mundial está começando a sair da recessão. Ainda segundo o órgão, países ricos "não deverão ter uma recuperação significativa da atividade antes do segundo semestre de 2010".

Com a chegada da temporada de balanços, a Pepsi Bottling Group reportou lucro líquido de US$ 211 milhões no segundo trimestre de 2009, com alta de 21% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os ganhos por ação avançaram de US$ 0,78, para US$ 0,96. Para hoje, o mercado aguarda a divulgação do resultado da Alcoa.

Os agentes também tomaram conhecimento de alguns dados sobre a economia norte-americana. O número de solicitações de empréstimos hipotecários subiu 10,9% na semana encerrada dia 03 de julho, ante o mesmo período da semana anterior. Já os estoques de petróleo nos Estados Unidos recuaram 2,9 milhões de barris na semana encerrada no dia 03 de julho, para 347,3 milhões de barris. Em relação à mesma semana do ano anterior houve uma expansão de 52,6 milhões de barris nas reservas.

Na Europa, o preço médio dos imóveis residenciais no Reino Unido apresentou baixa de 0,5% em junho deste ano, na comparação com maio, para 157.713 libras esterlinas.

(Déborah Costa - Agência IN)

Fonte: gazetamercantil.com.br


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