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jan

Expansão econômica favorece ações de empresas de setores cíclicos


  6 de Janeiro de 2010

Depois de um ano marcado pela recuperação dos mercados fundamentada sobretudo na ação dos governos para aquecer a atividade econômica, em 2010, os lucros das empresas devem ser o principal catalisador do mercado de ações. A bolsa deve continuar a melhor opção no mercado de renda variável e, como sugere o consenso dos analistas, o retorno para os investidores pode ficar acima dos 25% neste ano. Para a corretora Socopa, por exemplo, o Ibovespa deve voltar a patamares pré-crise logo nos primeiros meses de 2010. E as principais apostas dos analistas estão em setores cíclicos, mais expostos à economia global, e que têm o maior potencial para se beneficiar com o crescimento esperado.

Dentre as empresas vistas com bons olhos, a Vale sem dúvida é a que chama a atenção. Os papéis da mineradora fazem parte de todas as carteiras recomendadas para janeiro que foram enviadas pelas corretoras ao Portal Exame. "O desempenho da Vale, está aquém de seu potencial há algum tempo, e isso chama a atenção porque há espaço para valorização", diz Fernando Siqueira, economista-chefe da Citi Corretora. O bom momento do setor tem muito a ver com o atual aquecimento da economia chinesa. Em dezembro, o país registrou seu nono mês consecutivo de expansão, o que aumenta a demanda por minério de ferro. Leonardo Alves, analista da Link Investimentos, estima que isso incentivará uma alta no preço à vista do minério, beneficiando a Vale. e empresas correlatas, como as siderúrgicas Gerdau e Usiminas.

Para Siqueira, da Citi Corretora, nos últimos meses, a performance na bolsa foi puxada mais pelo consumo doméstico do que pelas commodities, embora tenha havido alguma recuperação. Em 2009, empresas como a Petrobras, as siderúrgicas e as mineradoras tiveram desempenho pior do que a média da bolsa, mas à medida que o ciclo econômico avança e consolida o crescimento, começa a surgir um cenário positivo para estas empresas. Os volumes de produção estão melhores, e a recuperação dos preços das commodities segue este movimento. "Esse é o caso da Vale. A empresa recuperou volume, agora deve se recuperar também em relação ao preço do minério", diz.

Segundo William Alves, analista da XP investimentos, para o mês de janeiro, além das empresas ligadas à produção ou beneficiamento de commodities, as ligadas à economia doméstica também devem oferecer bons retornos. O analista acredita em uma realização de lucros no primeiro mês do ano, o que deve trazer à bolsa certa volatilidade. Portanto, ele recomenda aos investidores "acreditar nos setores ligados ao mercado doméstico, como o varejo, construção, civil, dentre outros".

Continuidade
O ano de 2009 terminou com um saldo positivo no que diz respeito à recuperação econômica mundial depois da crise que abalou os mercados em 2008. As grandes economias, como a americana, encontraram força para sair da pior recessão do século, mas foi o desempenho dos países emergentes, com suas políticas de incentivos, que surpreendeu o mundo pelos bons resultados demonstrados. É nesse cenário que começa 2010.

Parece ser consenso entre os diversos blocos de países que a retirada precoce dos estímulos fiscais representa um risco para a economia. Portanto, a tendência é de continuidade nas políticas adotadas até agora, até que haja um grau de segurança mínimo sobre a sustentabilidade da recuperação. Assim, as perspectivas quanto à recuperação econômica em 2010 ainda são positivas, "sobretudo quando destacamos os principais países emergentes (Brasil, Índia e China), além dos EUA", diz relatório elaborado pelos analistas da corretora do HSBC. A expectativa dos economistas da corretora é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça em torno de 5,6% no ano, impulsionado principalmente por setores como o de consumo doméstico.

Principalmente durante o primeiro semestre, enquanto ainda devem estar presentes os incentivos fiscais, o cenário econômico deve se manter favorável para os investimentos em ações, com juros baixos e boa liquidez – uma das principais peças da recuperação dos mercados em todo o mundo. No Brasil, os principais riscos contra essa tendência favorável têm a ver com a deterioração da percepção de mercado dos países quanto aos riscos da inflação, principalmente se houver desequilíbrio na dosagem dos estímulos do governo ao crescimento econômico.

A adoção de medidas de controle de capital também preocupa os analistas, pois poderia provocar uma redução no fluxo de capital estrangeiro para o Brasil. Entretanto, o cenário é considerado improvável pelos analistas, que acreditam em um crescimento de mais de 50% na entrada de investimentos estrangeiros diretos no país em 2010.

Veja as carteiras de ações recomendadas por 11 corretoras para janeiro de 2010:
 

Alpes (Win Trade)
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR453,0036,6944,45
ValeVALE552,5042,2024,41
Lojas AmericanasLAME419,5015,5325,56
UsiminasUSIM565,0049,3931,61
TAMTAMM455,0038,2143,94
Alterações
Entra: TAM
Sai: Positivo
 
Ágora
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR445,0036,6922,65
BM&FBovespaBVMF313,9812,2514,12
GerdauGGBR443,2229,1448,32
ValeVALE368,1949,5037,76
DaycovalDAYC414,159,7844,68
TractebelTBLE331,6721,5347,10
Lojas AmericanasLAME419,1415,5323,25
Energias do BrasilENBR3Não Informado33,55 
Itaú UnibancoITUB446,7438,6920,81
AmbevAMBV4207,00174,5018,62
Alterações
Entra: Daycoval, Lojas Americanas, Ambev
Sai: Sulamérica, Telesp
 
Ativa
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ValeVALE5Não Informado42,2 
MPXMPXE3Não Informado22,5 
Itaú UnibancoITUB4Não Informado38,69 
Iochp MaxionMYPK3Não Informado25,45 
BR MallsBRML3Não Informado20,90 
Alterações
Entra: Vale, MPX, Itaú-Unibanco, Iochp Maxion
Sai: Tractebel, Bradesco, Weg, Tim
 
Brascan
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ValeVALE546,2842,209,67
UsiminasUSIM562,3049,3926,14
Brasil TelecomBRTO428,5816,7570,63
MarfrigMRFG326,2519,1237,29
CPFLCPFE340,2835,3114,08
CemigCMIG436,8531,6016,61
AmBevAMBV4175,00174,500,29
RossiRSID321,7015,3041,83
MRVMRVE318,6014,1031,91
MarcopoloPOMO48,746,7529,48
Alterações
Entra: Brasil Telecom, Marfrig, Rossi, Marcopolo
Sai: MMX, Tele Norte Leste Participações, Suzano, PDG Realty
 
Citi Corretora
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB454,7538,6941,51
TelemarTMAR570,0062,2112,52
TractebelTBLE327,8221,5329,22
GerdauGGBR432,0029,149,81
Tim ParticipaçõesTCSL46,005,1217,19
ValeVALE548,7542,215,52
CosanCSAN329,0025,613,28
LocalizaRENT322,0019,3213,87
Alterações
Não houve alterações
 
Geração Futuro
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
UsiminasUSIM5Não Informado49,39 
Banco do BrasilBBAS3Não Informado27,9 
PetrobrasPETR4Não Informado36,69 
TaurusFJTA4Não Informado6,34 
GerdauGGBR4Não Informado29,14 
VCPVCPA3Não Informado24,3 
ValeVALE5Não Informado42,2 
RandonRAPT4Não Informado15,58 
GuararapesGUAR3Não Informado49,11 
 
 
HSBC
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB4Não informado38,69 
ALLALLL11Não informado16,30 
OGXOGXP3Não informado17,10 
TractebelTBLE3Não informado21,53 
Lojas AmericanasLAME4Não informado15,53 
AmbevAMBV4Não informado174,50 
PetrobrasPETR3Não informado41,65 
ValeVALE3Não informado42,20 
GerdauGGBR4Não informado29,14 
Alterações
Entra: Itaú Unibanco, ALL, OGX, Tractebel
Sai: CCR Rodovias, BM&FBovespa, Cesp
 
Link
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ItaúsaITSA414,2011,8519,83
AES TietêGETI324,4017,2041,86
BM&FbovespaBVMF315,2012,2524,08
BRFoodsBRFS357,0045,3725,63
CCRCCRO347,0039,8917,82
Lojas AmericanasLAME417,5015,5312,69
OiTNLP447,0037,1026,68
PetrobrasPETR448,2036,6931,37
SuzanoSUZB525,0020,5021,95
ValeVALE559,0042,2039,81
Alterações
Entra: AES Tietê, Oi, Vale
Sai: Tractebel, TAM
 
Socopa
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
BradescoBBDC4Em revisão36,38 
CemigCMIG440,0031,6026,58
Lojas RennerLREN3Em revisão39,30 
TAMTAMM4Em revisão38,21 
ValeVALE5Em revisão42,20 
Alterações
Entra: Lojas Renner, TAM,
Sai: Cemig, Cremer, Petrobras
 
Souza Barros
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB447,0038,6921,48
DuratexDTEX320,0016,2023,46
OGXOGXP322,5817,1032,05
ValeVALE555,0042,2030,33
PetrobrasPETR451,0036,6939,00
Alterações
Entra: Vale, Duratex, OGX, Itaú-Unibanco
Sai: Confab, Usiminas, Braskem, MMX
 
XP Investimentos
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR4Não informado36,69 
ValeVALE5Não informado42,2 
GerdauGOAU4Não informado30 
UltraparUGPA4Não informado80,11 
TractebelTBLE3Não informado21,53 
ItausaITSA4Não informado11,85 
BMF&BovespaBVMF3Não informado12,25 
BRFoodsBRFS3Não informado45,37 
PositivoPOSI3Não informado22,33 
EztecEZTC3Não informado8,5 
 
 
 
 
* Cotação de fechamento de 30 de dezembro de 2009
Fontes: corretoras

 



Fonte: Portal Exame


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14
set

Carga tributária tem queda de quase 1% no primeiro semestre


  14 de Setembro de 2009

SÃO PAULO - A carga tributária brasileira caiu 0,95% no primeiro semestre deste ano, o que representa a uma arrecadação de impostos correspondente a 36,04% do PIB no mesmo período, ante 36,99% do primeiro semestre do ano anterior, aponta estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), divulgado nesta segunda-feira, 14. É a primeira queda de carga tributária do primeiro semestre desde 2003.

E apesar da redução na carga tributária, surpreendentemente a arrecadação total teve leve aumento nominal de R$ 3,12 bilhões (0,60%), tendo sido arrecadados R$ 519,24 bilhões de tributos, contra R$ 516,13 bilhões no primeiro semestre de 2008, revelou o estudo. Cada brasileiro pagou R$ 2.711,22 de tributos no primeiro semestre de 2009. No ano, cada brasileiro pagará aproximadamente R$ 5.553,00.

 

Segundo o IBPT, de janeiro a junho de 2009, os tributos federais totalizaram R$ 350,11 bilhões (67,43%), os estaduais R$ 140,59 bilhões (27,08%) e os municipais R$ 28,55 bilhões (5,50). Dentre esses, os que tiveram crescimento nominal foram o INSS (R$ 9,59 bi), FGTS (R$ 2,68 bi), Imposto de Importação (R$ 0,32 bi), Imposto de Renda (R$ 0,15 bi) e FUNDAF (R$ 0,03 bi). Nominalmente, o tributo federal que apresentou maior queda foi a COFINS, com R$ 5,28 bilhões.

 

Combate à crise abateu R$ 7,92 bi da arrecadação federal

 

As medidas tributárias federais de combate à crise econômica resultaram numa queda nominal de arrecadação de R$ 7,92 bi (R$ 9,44 bi corrigidos pelo IPCA), sendo R$ 4,50 bi de IPI (R$ 5,38 bi corrigidos pelo IPCA), R$ 1,03 bi (R$ 1,50 bi corrigidos pelo IPCA) de IOF e R$ 2,39 bi (R$ 2,50 bi corrigidos pelo IPCA) de CIDE - Combustíveis.

"Houve crescimento nominal da arrecadação porque somente a União promoveu medidas de desoneração tributária. Os Estados nada fizeram para auxiliar a sociedade no combate à crise. O ICMS teve crescimento nominal de 2% e o IPVA de 16%", diz o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral. "O consumo das família segurou não somente uma queda maior do PIB, como também da arrecadação tributária", finalizou Amaral.



Fonte: O Estado de São Paulo


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9
set

Bolsas da Europa sobem 1% e atingem patamar máximo em 11 meses


  9 de Setembro de 2009

O principal índice de ações da Europa atingiu o maior patamar de fechamento em 11 meses nesta quarta-feira (9), com a firmeza dos preços do petróleo impulsionando as ações do setor de energia, enquanto o alemão Commerzbank conduziu os ganhos do segmento financeiro.

O índice FTSEurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, subiu 1%, para 986 pontos, alcançando o nível mais alto desde o início de outubro. O avanço marcou a quarta sessão consecutiva de alta.

O indicador saltou 19% neste ano e acumula alta de 53% desde que atingiu a mínima recorde no começo de março, mas ainda está cerca de 15% abaixo do nível visto antes do colapso do Lehman Brothers um ano atrás, o que acelerou a crise global de crédito.

 

Principais mercados

Entre os principais mercados, a Bolsa de Londres fechou em alta de 1,15%, ultrapassando pela primeira vez acima dos 5 mil pontos desde outubro de 2008. Em Frankfurt, a alta foi de 1,69%, e o índice passou dos 5,5 mil pontos. Pais teve ganhos de 1,27%, fechando no maior patamar desde o início do ano.

 

(Com informações da Reuters e da France Presse)





Fonte: Globo.com


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27
ago

Revisão confirma queda de 1% no PIB dos EUA no segundo trimestre


  27 de Agosto de 2009

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos ficou 1,0% menor no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio do país nesta quinta-feira (27). Analistas esperavam uma queda maior, de 1,5%. No primeiro trimestre, a queda havia ficado em 6,4%.

O dado, revisado, confirma a primeira estimativa para a economia no período, divulgada no mês passado. Os números ainda passarão por uma segunda revisão, que será divulgada em 30 de setembro.

Foi o quarto trimestre consecutivo de contração da maior economia mundial, na sequência mais longa de quedas trimestrais do PIB na série oficial, que teve início em 1947.

Segundo o Departamento do Comércio, a redução no PIB no segundo trimestre reflete principalmente contribuições negativas de investimentos e consumo pessoal, parcialmente compensados pela alta nos gastos públicos, tanto do governo federal quanto estadual e local.

A indústria automotiva apareceu como dado positivo no trimestre, acrescentando 0,20 ponto percentual ao resultado do PIB, depois de ser responsável por 1,69 ponto da queda do trimestre anterior. Já as vendas de computadores contribuíram negativamente, retirando 0,05 ponto do PIB trimestral.

Fonte: Globo.com


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21
ago

IGP-M acentua deflação em segunda prévia de agosto


  21 de Agosto de 2009

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) voltou a registrar deflação na segunda prévia de agosto. O indicador, que é usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, variou -0,46%, numa queda mais acentuada que registrada no mesmo período de julho, quando ficou em -0,27%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Entre os componentes do IGP-M, o indicador que aponta a variação dos preços do atacado foi o único a registrar deflação no período. O Índice de Preços por Atacado (IPA) teve variação de -0,78%, acentuando a deflação de -0,56% registrada no mês anterior.

No corte por estágios da produção, houve acentuação da deflação tanto entre os produtos agropecuários, cuja taxa passou de -1,16% para -1,57% de julho para agosto, quanto dos produtos industriais (de -0,37% para -0,52%).

Dos itens pesquisados, as maiores influências de baixa vieram do minério de ferro, que ficou em média 15,40% mais barato no período, e da soja, cujo preço caiu em média 4,25%. Já as influências de alta mais significativas vieram da tarifa de eletricidade residencial (2,06%) e do mamão papaya (20,82%).

Preços ao consumidor sobem menos

Na segunda prévia de agosto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) permaneceu com taxa positiva, de 0,10%, mas abaixo da variação de 0,25% do mês anterior. As maiores contribuições para a desaceleração do IPC partiram dos grupos alimentação, cuja taxa recuou de 0,33% para ‐0,25%, e vestuário (de 0,71% para ‐0,30%).

Também ficaram menores as taxas dos grupos saúde e cuidados pessoais (de 0,27% para 0,07%) e despesas diversas (de 0,18% para ‐0,10%). Em contrapartida, os grupos transportes (de 0,02% para 0,38%), habitação (de 0,29% para 0,43%) eeducação, leitura e recreação (de ‐0,02% para 0,12%) apresentaram avanços em suas taxas de variação.

Terceiro componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de agosto, taxa de 0,20%, ante 0,33%, no segundo decêndio do mês anterior.

Fonte: Globo.com


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19
ago

América Latina está em fase de recuperação


  19 de Agosto de 2009

SÃO PAULO - A América Latina entrou em uma fase de recuperação econômica. Conforme sondagem da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o instituto alemão Ifo, o Índice de Clima Econômico (ICE) da região atingiu 4 pontos em julho, depois de marcar 3,6 pontos em abril e ficar em 2,9 pontos na abertura do ano, o menor nível da série histórica, iniciada em 1990.

"O índice do clima econômico aponta uma melhora na América Latina, mas a situação varia entre os países. Um grupo de países se destaca por estarem em fase de recuperação (Brasil, Chile e Colômbia), além de registraram aumento tanto no índice da situação atual, como no índice de expectativas. Se confirmadas as expectativas, é possível que na próxima sondagem o Brasil passe para a fase de expansão", conforme a pesquisa divulgada nesta quarta-feira.

Em julho, o Brasil teve o segundo maior índice de clima econômico da América Latina. O ICE do país situou-se em 5,5 pontos, contra 4,6 pontos de abril. O Peru registrou a melhor leitura - o indicador ficou em 6 pontos no mês passado, ante 5 pontos do estudo antecedente.

O ICE do Chile foi de 4,3 pontos em abril para 5 pontos em julho. Na Argentina, o índice partiu de 2 pontos para 3,3 pontos. No caso da Colômbia, o ICE registrou 3,8 pontos no mês passado, após os 3,2 pontos de abril.

Vale notar que, em uma escala de 1 ponto a 9 pontos, marcações acima de 5 pontos indicam otimismo e abaixo daquele número, pessimismo.

O ICE é formado por dois componentes, o Índice da Situação Atual (ISA) e o Índice de Expectativas (IE). Na América Latina, o ISA teve pequena modificação, indo de 2,5 pontos em abril para 2,6 pontos em julho. O IE, por sua vez, subiu de 4,6 pontos para 5,4 pontos.

"A combinação de um ISA na zona de avaliação ruim com o IE favorável leva a que a região saia da fase recessiva e entre na zona de recuperação do relógio do ciclo econômico", destacou o documento.

Fonte: Valor Online


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17
ago

Procura das empresas por crédito volta ao nível pré-crise, diz Serasa


  17 de Agosto de 2009

A procura das empresas por crédito teve crescimento de 5,5% em julho, na comparação com o mês anterior, segundo levantamento da Serasa. Foi a quinta alta mensal consecutiva, levando a demanda por crédito de volta ao patamar de antes da crise mundial.

“Tal resultado fez com que a quantidade de empresas que buscaram crédito no país em julho superasse, pela primeira vez em 2009, o patamar verificado em outubro do ano passado”, afirma a Serasa em nota.

Na comparação com julho do ano passado, no entanto, a busca por crédito mostrou recuo de 2,2%. No acumulado dos primeiros sete meses de 2009, o recuo na demanda das empresas por crédito foi de 6,1% em relação ao mesmo período de 2008. 

Regiões

Por regiões, o maior crescimento na demanda das empresas por crédito foi registrado no Nordeste, com elevação de 12,1% em relação ao mês anterior. Todas as demais regiões, com exceção da região Sul, também registraram crescimento mensal positivo em julho.

No acumulado anual, o Norte vem mantendo o melhor desempenho dentre as demais regiões, registrando um recuo de 0,9% na procura de suas empresas por crédito durante os primeiros sete meses de 2009. O Sul, seguido pelo Sudeste, são as regiões onde as quedas acumuladas na procura de suas empresas por crédito encontram-se entre as mais acentuadas.

Fonte: Globo.com


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14
ago

Lucro da TAM cresce 134% no segundo trimestre


  14 de Agosto de 2009

A companhia aérea TAM divulgou nesta sexta-feira (14) que teve lucro líquido de R$ 788,9 milhões no segundo trimestre, uma alta de 134% sobre o resultado positivo de R$ 337 milhões um ano antes.

 

A receita líquida da empresa totalizou R$ 2,298 bilhões, queda de 8,6% sobre o faturamento de R$ 2,514 bilhões um ano antes.

 

O Ebitdar, sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização, depreciação e leasing de aviões somou R$ 191,5 milhões de abril a junho, com margem de 8,3%. Um ano atrás, o Ebitdar foi de R$ 318,1 milhões, com margem de 12,6%.

 

 

Desempenho

No mercado doméstico, a fatia de mercado da TAM ficou em 46,2%, com uma taxa de ocupação de 61,7%. A oferta doméstica teve aumento de 10,7%.

 

Já na operação internacional, a participação de mercado foi de 86,6%, com taxa de ocupação de 68,4%.

Fonte: Globo.com


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13
ago

PIB cresce na Alemanha e França e bolsas europeias fecham com ganhos


  13 de Agosto de 2009

SÃO PAULO - Apesar de dados econômicos frustrantes nos Estados Unidos, as bolsas europeias conseguiram manter o tom positivo, puxadas pela valorização no setor bancário da região. Indicadores apontando expansão das economias da Alemanha e França surpreenderam e também deram impulso às compras.


O FTSE-100, de Londres, encerrou com valorização de 0,82%, aos 4.755 pontos. Em Frankfurt, o DAX encerrou com ganho de 0,95%, para 5.401 pontos. O CAC-40, de Paris, terminou aos 3.524 pontos, com valorização de 0,49%.


Entre os bancos, destaque para as ações do UBS, que avançaram 3,09% e as do Credit Suisse ganharam 2,13% na bolsa suíça. Os papéis do HSBC tiveram alta 2,45% em Londres e os do Unicredit fecharam com valorização de 0,83%.


O Produto Interno Bruto (PIB) da França e da Alemanha mostraram expansão no segundo trimestre deste ano, em relação aos três meses anteriores, indicando que os países saíram da recessão antes do que era previsto pelo governo e pelo mercado. Na França, o PIB aumentou 0,3%, após quatro trimestres de retração. O PIB alemão registrou alta da mesma proporção, de 0,3% no período. Foi o primeiro avanço da economia desde o primeiro trimestre do ano passado.


Também houve alta no setor de mineração. As ações da Rio Tinto subiram 4,26% e as da BHP Billiton ganharam 2,50%. Os agentes repercutiram positivamente a avaliação do Federal Reserve (Fed) de que a economia americana está "nivelada", divulgada ontem após decisão sobre manutenção do juros.


As vendas no comércio dos Estados Unidos indicaram queda em julho, frustrando as expectativas de mercado. Além disso houve aumento dos pedidos de seguro-desemprego no país na semana passada. Ambas as notícias afetaram reduziram o ímpeto de alta nas bolsas da região, assim como em Wall Street.


(Valor Online, com agências internacionais)

Fonte: Globo.com


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12
ago

Juro do crédito cai pelo sexto mês e é o menor desde 2007, diz Anefac


  12 de Agosto de 2009

As taxas de juros das operações de crédito tiveram em julho sua sexta queda mensal consecutiva, segundo levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A taxa média para a pessoa física caiu de 7,26% em junho para 7,21%, a menor desde dezembro de 2007.

“A pesquisa deste mês demonstra o retorno das condições de crédito anteriores à crise em setembro/2008, tanto no alongamento dos prazos dos financiamentos bem como na redução dos juros das operações de crédito”, avalia em nota Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac.

De acordo com a pesquisa, das seis linhas de crédito para a pessoa física pesquisadas, cinco viram as taxas médias de juros recuarem entre junho e julho. No caso do cheque especial, a taxa média caiu de 7,54% ao mês para 7,44%, a menor da série histórica da Anefac, iniciada em 1995.

Tiveram queda ainda as taxas médias cobradas pelo comércio (de 6,06% para 6,04%), crédito direto ao consumidor (de 2,78% para 2,75%), empréstimo pessoal em bancos (de 5,30% para 5,26%) e empréstimo pessoal em financeiras (de 11,17% para 11,09%).

A taxa média de juros do cartão de crédito foi a única a se manter estável na passagem de junho para julho, em 10,56% ao mês – a maior desde julho de 2000. 

 

Pessoa jurídica

O levantamento da Anefac mostrou ainda que houve redução das taxas médias de juros cobradas em todas as linhas de crédito para as pessoas jurídicas pesquisadas. A taxa média geral apresentou uma redução de 0,06 ponto percentual no mês, passando de 4,12% ao mês em junho para 4,06% ao mês em julho. A taxa é a menor desde dezembro de 2007.

Fonte: Globo.com


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Categoria: Economia

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