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A tradicional caderneta de poupança teve em 2009 a pior rentabilidade
dos últimos 43 anos. Segundo levantamento da empresa de informações
financeiras Economática, o ganho da aplicação no ano passado, de 7,05%,
ficou 0,85 ponto porcentual abaixo do verificado em 2008. Antes disso,
o menor patamar do período havia sido em 2007, quando a poupança rendeu
apenas 7,77%.
A queda na rentabilidade é reflexo direto dos
cortes feitos pelo Banco Central (BC) na taxa básica de juros (a
chamada Selic), hoje em 8,75% ao ano. A poupança tem remuneração de 6%
ao ano mais TR (Taxa Referencial), que é calculada com base nos juros
cobrados pelos bancos nos CDBs (Certificados de Depósito Bancário). O
ganho desses papéis acompanha a variação da Selic.
Mas, apesar
da queda na rentabilidade, o ganho real, descontada a inflação de
4,31%, voltou a subir depois de dois anos de queda. No ano passado, a
remuneração real ficou em 2,63% ao ano, acima de 1,89% de 2008. Na
prática, um investidor que aplicou R$ 1.000 no fim de 2008 terminou
2009 com R$ 1.070,5. Descontada a inflação (IPCA), ele teve um ganho
real de R$ 27,4, calcula a Economática. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado
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Com uma campanha lúdica e muita transparência, a SulAmérica
mudou de sede sem perder o ritmo de trabalho e com o apoio de suas
equipes
Por Denise Dweck
Mudanças,
de qualquer tipo, envolvem desafios. Para a seguradora SulAmérica, que
mudou de sede no Rio de Janeiro, em agosto de 2009, as dificuldades do
processo eram grandes. A companhia dependia da construção de um novo
edifício e tinha prazo para entregar o antigo prédio, onde trabalhavam
2 000 funcionários. Somava-se a isso o fato de a nova sede estar
localizada numa região com menos oferta de serviços e dúvidas sobre
segurança. A mudança física era acompanhada de uma mudança cultural.
Para garantir que o processo desse certo, a SulAmérica montou uma
estratégia de comunicação transparente, expondo as etapas da construção
do novo local de trabalho, e realizou campanhas para os funcionários se
desfazerem de objetos desnecessários.
O DESAFIO
Localizada
num prédio de 80 anos, com problemas de cabeamento e hidráulica, onde
funcionários de uma mesma área ficavam separados, a SulAmérica decidiu,
em 2007, que era hora de mudar. A troca não seria apenas física. Havia
uma relação emocional dos funcionários (cujo tempo médio de casa é de
oito anos) com o prédio. A antiga sede tinha ainda vantagens pela
localização. No burburinho carioca, era próxima a lojas, restaurantes e
oferecia várias opções de transportes — atrativos que o novo local não
possuía. Localizado na Cidade Nova, região no centro do Rio de Janeiro,
que fica deserta à noite, o novo endereço não agradou inicialmente.
“Havia um receio grande em relação à segurança”, diz Maria Helena
Monteiro, vice-presidente de recursos humanos. Mais do que isso, seria
necessário que cada funcionário se desfizesse de muitas coisas, já que
as novas estações de trabalho seriam menores. Era necessário convencer
os funcionários num prazo de dois anos de que a mudança seria positiva
para todos.
A SOLUÇÃO
Para que a
transferência ocorresse no prazo e fosse o menos dolorosa possível, a
SulAmérica decidiu fazer com que os funcionários acompanhassem todo o
processo, virtual e pessoalmente. Para isso, montou um núcleo, formado
por quatro pessoas, que comandou todas as etapas da mudança. A primeira
preocupação era manter os funcionários a par do que estava acontecendo
na nova sede. Fotos dos avanços da obra eram publicadas no portal da
empresa. A SulAmérica também se empenhou em mudar a imagem negativa da
nova região, organizando visitas guiadas, que podiam ser comentadas
pelos funcionários no portal. Toda crítica negativa ou questionamento
eram respondidos pelo núcleo. O tema segurança recebeu atenção
especial. A seguradora montou projetos sociais para desenvolver a
região no entorno da nova sede e buscou apoio da polícia local e da
prefeitura. “Nosso grande acerto foi não ficar na defensiva nem só
dizer que havia maravilhas. Mostramos os problemas e as soluções”, diz
Maria Helena. Havia ainda um outro problema a ser solucionado: a
quantidade de material que deveria ser eliminado. De forma lúdica, a
empresa fez duas campanhas. A Campanha do Desapego nasceu para que os
funcionários levassem para casa objetos que guardavam no escritório.
Havia, por exemplo, quem guardasse documentos pessoais de mais de 60
anos e até um aquário. A segunda campanha, chamada de Descarte,
procurava reduzir a papelada que não teria espaço na nova sede. Para
ajudar na empreitada, a SulAmérica contratou profissionais de
documentação que ensinaram a separar os documentos necessários dos
descartáveis. Em janeiro deste ano, a empresa iniciou a comunicação
sobre como seria a transferência, com reuniões para explicar o
processo. No total, foram dez levas de mudança, sempre nos fins de
semana.Conforme as equipes eram transferidas, mais comentários eram
escritos no site da empresa. Para dar as boas-vindas aos funcionários,
uma carta do presidente com a foto de cada colaborador estava à espera
na nova estação de trabalho.
O RESULTADO
Em
agosto deste ano, o novo prédio foi inaugurado, dentro do prazo e sem
multa. Uma pesquisa realizada na empresa mostrou que 94,8% dos
funcionários ficaram satisfeitos com o processo de mudança e 95,2%, com
a comunicação sobre o processo. A satisfação com a troca de sede em si
deve ser medida na próxima pesquisa de clima, em 2010. De todo modo,
reclamações sobre o novo prédio, que apareceram logo após o anúncio da
mudança, já não enchem mais a caixa de e-mail da área de recursos
humanos. A troca de prédio também não afetou o turnover da empresa, que
permaneceu no nível anterior à mudança.
RAIO X DA SULAMÉRICA
NEGÓCIO: SEGURADORA
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO BRASIL: 5 200
FATURAMENTO NO BRASIL EM 2008: R$ 7,7 BILHÕES EM PRÊMIOS DE SEGUROS
SEDE NO BRASIL: RIO DE JANEIRO (RJ)
Fonte: Você RH
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Categoria: Recursos Humanos RH
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São Paulo - A Gol voltou a ameaçar a liderança da TAM no mercado de aviação doméstica em dezembro. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a TAM, controla 43% do mercado, enquanto a Gol, detém uma fatia de 42%.
O que contribui para a aproximação da companhia é o crescimento mais expressivo no número de total de passageiros transportados pela Gol, de 36,2%. A TAM, em contrapartida, teve um aumento mais tímido, de 20,7%. A taxa de ocupação também foi maior dentro das aeronaves da Gol, alcançando a média de 77,1% dos assentos ocupados nos vôos, contra 69,6% da líder.
Em âmbito internacional, a TAM. continua liderando o mercado, apresentando 84% de participação. Apesar da larga vantagem em relação à Gol, que possui uma fatia de 10%, houve uma diminuição em relação a dezembro de 2008, quando a líder dominava 86% do mercado. Já a Gol cresceu dois pontos percentuais no mesmo período.
A Corretora Link estatal avalia como positivo o crescimento da aviação brasileira e identifica potencial para o crescimento nos serviços internacionais com o dólar cotado a cerca de 1,75 real. Em geral, o bom momento é resultado da confiança do consumidor e do aumento da demanda dos passageiros, que aumentaram o número de viagens a negócios. Para a Link, o crescimento deve continuar expressivo pelos próximos meses, mas essa recuperação já levou a uma forte valorização das ações das duas empresas nos últimos meses.
Fonte: Portal Exame
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Categoria: Negócios
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Depois de um ano marcado pela recuperação dos mercados fundamentada sobretudo na ação dos governos para aquecer a atividade econômica, em 2010, os lucros das empresas devem ser o principal catalisador do mercado de ações. A bolsa deve continuar a melhor opção no mercado de renda variável e, como sugere o consenso dos analistas, o retorno para os investidores pode ficar acima dos 25% neste ano. Para a corretora Socopa, por exemplo, o Ibovespa deve voltar a patamares pré-crise logo nos primeiros meses de 2010. E as principais apostas dos analistas estão em setores cíclicos, mais expostos à economia global, e que têm o maior potencial para se beneficiar com o crescimento esperado.
Dentre as empresas vistas com bons olhos, a Vale sem dúvida é a que chama a atenção. Os papéis da mineradora fazem parte de todas as carteiras recomendadas para janeiro que foram enviadas pelas corretoras ao Portal Exame. "O desempenho da Vale, está aquém de seu potencial há algum tempo, e isso chama a atenção porque há espaço para valorização", diz Fernando Siqueira, economista-chefe da Citi Corretora. O bom momento do setor tem muito a ver com o atual aquecimento da economia chinesa. Em dezembro, o país registrou seu nono mês consecutivo de expansão, o que aumenta a demanda por minério de ferro. Leonardo Alves, analista da Link Investimentos, estima que isso incentivará uma alta no preço à vista do minério, beneficiando a Vale. e empresas correlatas, como as siderúrgicas Gerdau e Usiminas.
Para Siqueira, da Citi Corretora, nos últimos meses, a performance na bolsa foi puxada mais pelo consumo doméstico do que pelas commodities, embora tenha havido alguma recuperação. Em 2009, empresas como a Petrobras, as siderúrgicas e as mineradoras tiveram desempenho pior do que a média da bolsa, mas à medida que o ciclo econômico avança e consolida o crescimento, começa a surgir um cenário positivo para estas empresas. Os volumes de produção estão melhores, e a recuperação dos preços das commodities segue este movimento. "Esse é o caso da Vale. A empresa recuperou volume, agora deve se recuperar também em relação ao preço do minério", diz.
Segundo William Alves, analista da XP investimentos, para o mês de janeiro, além das empresas ligadas à produção ou beneficiamento de commodities, as ligadas à economia doméstica também devem oferecer bons retornos. O analista acredita em uma realização de lucros no primeiro mês do ano, o que deve trazer à bolsa certa volatilidade. Portanto, ele recomenda aos investidores "acreditar nos setores ligados ao mercado doméstico, como o varejo, construção, civil, dentre outros".
Continuidade
O ano de 2009
terminou com um saldo positivo no que diz respeito à recuperação
econômica mundial depois da crise que abalou os mercados em 2008. As
grandes economias, como a americana, encontraram força para sair da
pior recessão do século, mas foi o desempenho dos países emergentes,
com suas políticas de incentivos, que surpreendeu o mundo pelos bons
resultados demonstrados. É nesse cenário que começa 2010.
Parece ser consenso entre os diversos blocos de países que a retirada precoce dos estímulos fiscais representa um risco para a economia. Portanto, a tendência é de continuidade nas políticas adotadas até agora, até que haja um grau de segurança mínimo sobre a sustentabilidade da recuperação. Assim, as perspectivas quanto à recuperação econômica em 2010 ainda são positivas, "sobretudo quando destacamos os principais países emergentes (Brasil, Índia e China), além dos EUA", diz relatório elaborado pelos analistas da corretora do HSBC. A expectativa dos economistas da corretora é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça em torno de 5,6% no ano, impulsionado principalmente por setores como o de consumo doméstico.
Principalmente durante o primeiro semestre, enquanto ainda devem estar presentes os incentivos fiscais, o cenário econômico deve se manter favorável para os investimentos em ações, com juros baixos e boa liquidez – uma das principais peças da recuperação dos mercados em todo o mundo. No Brasil, os principais riscos contra essa tendência favorável têm a ver com a deterioração da percepção de mercado dos países quanto aos riscos da inflação, principalmente se houver desequilíbrio na dosagem dos estímulos do governo ao crescimento econômico.
A adoção de medidas de controle de capital também preocupa os analistas, pois poderia provocar uma redução no fluxo de capital estrangeiro para o Brasil. Entretanto, o cenário é considerado improvável pelos analistas, que acreditam em um crescimento de mais de 50% na entrada de investimentos estrangeiros diretos no país em 2010.
Veja as carteiras de ações recomendadas por 11 corretoras para janeiro de 2010:
| Alpes (Win Trade) | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | 53,00 | 36,69 | 44,45 |
| Vale | VALE5 | 52,50 | 42,20 | 24,41 |
| Lojas Americanas | LAME4 | 19,50 | 15,53 | 25,56 |
| Usiminas | USIM5 | 65,00 | 49,39 | 31,61 |
| TAM | TAMM4 | 55,00 | 38,21 | 43,94 |
| Alterações | ||||
| Entra: TAM | ||||
| Sai: Positivo | ||||
| Ágora | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | 45,00 | 36,69 | 22,65 |
| BM&FBovespa | BVMF3 | 13,98 | 12,25 | 14,12 |
| Gerdau | GGBR4 | 43,22 | 29,14 | 48,32 |
| Vale | VALE3 | 68,19 | 49,50 | 37,76 |
| Daycoval | DAYC4 | 14,15 | 9,78 | 44,68 |
| Tractebel | TBLE3 | 31,67 | 21,53 | 47,10 |
| Lojas Americanas | LAME4 | 19,14 | 15,53 | 23,25 |
| Energias do Brasil | ENBR3 | Não Informado | 33,55 | |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | 46,74 | 38,69 | 20,81 |
| Ambev | AMBV4 | 207,00 | 174,50 | 18,62 |
| Alterações | ||||
| Entra: Daycoval, Lojas Americanas, Ambev | ||||
| Sai: Sulamérica, Telesp | ||||
| Ativa | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Vale | VALE5 | Não Informado | 42,2 | |
| MPX | MPXE3 | Não Informado | 22,5 | |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | Não Informado | 38,69 | |
| Iochp Maxion | MYPK3 | Não Informado | 25,45 | |
| BR Malls | BRML3 | Não Informado | 20,90 | |
| Alterações | ||||
| Entra: Vale, MPX, Itaú-Unibanco, Iochp Maxion | ||||
| Sai: Tractebel, Bradesco, Weg, Tim | ||||
| Brascan | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Vale | VALE5 | 46,28 | 42,20 | 9,67 |
| Usiminas | USIM5 | 62,30 | 49,39 | 26,14 |
| Brasil Telecom | BRTO4 | 28,58 | 16,75 | 70,63 |
| Marfrig | MRFG3 | 26,25 | 19,12 | 37,29 |
| CPFL | CPFE3 | 40,28 | 35,31 | 14,08 |
| Cemig | CMIG4 | 36,85 | 31,60 | 16,61 |
| AmBev | AMBV4 | 175,00 | 174,50 | 0,29 |
| Rossi | RSID3 | 21,70 | 15,30 | 41,83 |
| MRV | MRVE3 | 18,60 | 14,10 | 31,91 |
| Marcopolo | POMO4 | 8,74 | 6,75 | 29,48 |
| Alterações | ||||
| Entra: Brasil Telecom, Marfrig, Rossi, Marcopolo | ||||
| Sai: MMX, Tele Norte Leste Participações, Suzano, PDG Realty | ||||
| Citi Corretora | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | 54,75 | 38,69 | 41,51 |
| Telemar | TMAR5 | 70,00 | 62,21 | 12,52 |
| Tractebel | TBLE3 | 27,82 | 21,53 | 29,22 |
| Gerdau | GGBR4 | 32,00 | 29,14 | 9,81 |
| Tim Participações | TCSL4 | 6,00 | 5,12 | 17,19 |
| Vale | VALE5 | 48,75 | 42,2 | 15,52 |
| Cosan | CSAN3 | 29,00 | 25,6 | 13,28 |
| Localiza | RENT3 | 22,00 | 19,32 | 13,87 |
| Alterações | ||||
| Não houve alterações | ||||
| Geração Futuro | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Usiminas | USIM5 | Não Informado | 49,39 | |
| Banco do Brasil | BBAS3 | Não Informado | 27,9 | |
| Petrobras | PETR4 | Não Informado | 36,69 | |
| Taurus | FJTA4 | Não Informado | 6,34 | |
| Gerdau | GGBR4 | Não Informado | 29,14 | |
| VCP | VCPA3 | Não Informado | 24,3 | |
| Vale | VALE5 | Não Informado | 42,2 | |
| Randon | RAPT4 | Não Informado | 15,58 | |
| Guararapes | GUAR3 | Não Informado | 49,11 | |
| HSBC | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | Não informado | 38,69 | |
| ALL | ALLL11 | Não informado | 16,30 | |
| OGX | OGXP3 | Não informado | 17,10 | |
| Tractebel | TBLE3 | Não informado | 21,53 | |
| Lojas Americanas | LAME4 | Não informado | 15,53 | |
| Ambev | AMBV4 | Não informado | 174,50 | |
| Petrobras | PETR3 | Não informado | 41,65 | |
| Vale | VALE3 | Não informado | 42,20 | |
| Gerdau | GGBR4 | Não informado | 29,14 | |
| Alterações | ||||
| Entra: Itaú Unibanco, ALL, OGX, Tractebel | ||||
| Sai: CCR Rodovias, BM&FBovespa, Cesp | ||||
| Link | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Itaúsa | ITSA4 | 14,20 | 11,85 | 19,83 |
| AES Tietê | GETI3 | 24,40 | 17,20 | 41,86 |
| BM&Fbovespa | BVMF3 | 15,20 | 12,25 | 24,08 |
| BRFoods | BRFS3 | 57,00 | 45,37 | 25,63 |
| CCR | CCRO3 | 47,00 | 39,89 | 17,82 |
| Lojas Americanas | LAME4 | 17,50 | 15,53 | 12,69 |
| Oi | TNLP4 | 47,00 | 37,10 | 26,68 |
| Petrobras | PETR4 | 48,20 | 36,69 | 31,37 |
| Suzano | SUZB5 | 25,00 | 20,50 | 21,95 |
| Vale | VALE5 | 59,00 | 42,20 | 39,81 |
| Alterações | ||||
| Entra: AES Tietê, Oi, Vale | ||||
| Sai: Tractebel, TAM | ||||
| Socopa | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Bradesco | BBDC4 | Em revisão | 36,38 | |
| Cemig | CMIG4 | 40,00 | 31,60 | 26,58 |
| Lojas Renner | LREN3 | Em revisão | 39,30 | |
| TAM | TAMM4 | Em revisão | 38,21 | |
| Vale | VALE5 | Em revisão | 42,20 | |
| Alterações | ||||
| Entra: Lojas Renner, TAM, | ||||
| Sai: Cemig, Cremer, Petrobras | ||||
| Souza Barros | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | 47,00 | 38,69 | 21,48 |
| Duratex | DTEX3 | 20,00 | 16,20 | 23,46 |
| OGX | OGXP3 | 22,58 | 17,10 | 32,05 |
| Vale | VALE5 | 55,00 | 42,20 | 30,33 |
| Petrobras | PETR4 | 51,00 | 36,69 | 39,00 |
| Alterações | ||||
| Entra: Vale, Duratex, OGX, Itaú-Unibanco | ||||
| Sai: Confab, Usiminas, Braskem, MMX | ||||
| XP Investimentos | ||||
| Empresa | Ação | Preço-alvo (R$) | Preço atual (R$)* | Potencial de alta (%) |
| Petrobras | PETR4 | Não informado | 36,69 | |
| Vale | VALE5 | Não informado | 42,2 | |
| Gerdau | GOAU4 | Não informado | 30 | |
| Ultrapar | UGPA4 | Não informado | 80,11 | |
| Tractebel | TBLE3 | Não informado | 21,53 | |
| Itausa | ITSA4 | Não informado | 11,85 | |
| BMF&Bovespa | BVMF3 | Não informado | 12,25 | |
| BRFoods | BRFS3 | Não informado | 45,37 | |
| Positivo | POSI3 | Não informado | 22,33 | |
| Eztec | EZTC3 | Não informado | 8,5 | |
| * Cotação de fechamento de 30 de dezembro de 2009 | ||||
| Fontes: corretoras | ||||
Fonte: Portal Exame
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Categoria: Economia
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Chicago - A Monsanto Co. informou hoje, em conferência, que teve prejuízo de US$ 19 milhões, ou 3 cents por ação, nos três meses terminados em 30 de novembro de 2009, primeiro trimestre fiscal. Um ano antes, havia registrado lucro de US$ 558 milhões, ou US$ 1 por ação.
No mês passado, a companhia havia previsto prejuízo de até 5 cents por ação, já que tradicionalmente o primeiro trimestre fiscal é o mais fraco do ano, em virtude da temporada de plantio no Hemisfério Norte. No período, a receita da companhia caiu 36% para US$ 1,7 bilhão, enquanto as vendas do Roundup e outros herbicidas recuaram 62%. Analistas consultados pela Thomson Reuters esperavam US$ 1,98 bilhão.
A empresa também afirmou que foram carregados os primeiros lotes de sementes de milho e soja de margem mais elevada e divulgou uma série de novos produtos que estão prestes a serem lançados em escala comercial. A temporada 2010 representa momento decisivo para o grupo norte-americano, que vem registrando lucros decrescentes em sua unidade de herbicidas, de modo que destinará mais recursos para melhorar as vendas de sementes de alta tecnologia.
A estratégia depende, no entanto, da capacidade de persuasão da empresa junto aos produtores, para que comprem produtos novos e mais caros num momento em que a demanda global por commodities ainda se recupera. O presidente e CEO, Hugh Grant, definiu as novas sementes como "a munição" para que a Monsanto, alcance seus objetivos de médio prazo, que foram reafirmados apesar do prejuízo no primeiro trimestre fiscal.
A Monsanto. afirmou que 11 novos produtos estão em uma fase avançada de desenvolvimento. Em novembro eram 9 produtos. As novas tecnologias e um ambiente mais favorável no que diz respeito à regulamentação em todo o mundo estão contribuindo para as pesquisas, segundo executivos.
Sobre as safras norte-americanas, a empresa espera que a área plantada com milho em 2010 seja de 88 milhões de acres (35,61 milhões de hectares), enquanto a soja ocupará 75 milhões de acres (30,35 milhões de hectares). Trata-se de um aumento em relação aos tamanhos de 2009, de 86,4 milhões e 77,5 milhões, respectivamente.
Essas estimativas estão um pouco abaixo dos números que vêm sendo cogitados pelo mercado, de 89,5 milhões de acres para o milho e 77 milhões de acres para a soja. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará dados oficiais sobre a intenção de plantio em 31 de março. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Portal Exame
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Categoria: Negócios
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Em apenas seis meses, a rede varejista Magazine Luiza
selecionou, contratou e treinou um exército de 2 000 funcionários para
trabalhar nas 44 lojas que abriu em um único dia na Grande São Paulo
Por Ursula Alonso Manso
O
dia 22 de setembro de 2008 entrou para a história do Magazine Luiza. De
uma só vez, a rede varejista sediada em Franca, no interior paulista,
inaugurou 44 lojas na Grande São Paulo, marcando sua estreia no maior
mercado do país. A abertura simultânea das lojas — uma estratégia para
chamar a atenção do consumidor paulistano — exigiu uma operação de
guerra, que começou a ser preparada um ano antes e colocou a diretora
de gestão de pessoas, Telma Rodrigues, diante de um grande desafio:
contratar e treinar 2 000 funcionários. As consultorias de seleção e
recrutamento que dariam apoio ao processo foram escolhidas em março do
ano passado. E, seis meses depois, os novos funcionários estavam
prontos para recepcionar a clientela.
O DESAFIO:
Mais do que contratar um grande contingente de pessoas, o Magazine
Luiza precisava treiná-lo. Mas onde, na capital paulista, seria
possível ministrar treinamento para um grupo assim tão grande? Além
disso, Telma acreditava que o treinamento de 30 dias, normalmente
adotado pela empresa, seria pouco para atender o exigente consumidor
paulistano. Outra dificuldade era como fazer isso tudo sem perder a
cultura peculiar do Magazine Luiza, herdada de uma operação até bem
pouco tempo atrás interiorana. Nas palavras da diretora superintendente
da empresa, Luiza Helena Trajano, o principal desafio da rede é
“crescer sem perder a alma”.
A SOLUÇÃO:
Antes de começar a seleção dos novos funcionários, o Magazine Luiza fez
uma pesquisa com cerca de 5 000 pessoas que tinham o currículo
cadastrado no site da empresa. Enviou carta aos candidatos anunciando
que ia abrir lojas em São Paulo. “Criamos um hotsite em que os
candidatos se inscreviam para as vagas, faziam testes de conhecimentos
e comportamentais”, diz Telma. Somente os aprovados nessa fase
participavam das dinâmicas e das entrevistas, todas em um único dia. Os
que chegavam ao final do processo, mas não conquistavam a vaga,
recebiam uma carta e eram convidados a acessar novamente o hotsite da
empresa. Lá, podiam assistir a um vídeo em que Luiza Helena falava
sobre as qualidades do profissional do futuro e conferir dicas de Telma
sobre como elaborar o currículo ou como se portar em entrevistas. Para
ministrar o treinamento dos aprovados, o Magazine Luiza alugou o antigo
prédio da Universal Music, no bairro de Santana, na zona norte de São
Paulo. Com 4 000 metros quadrados, o espaço estava desocupado e tinha
tudo de que a empresa precisava: salas, refeitório e ambulatório. Os
dias de treinamento aumentaram dos usuais 30 para 60 dias. Desses, 15
dias foram dedicados ao treinamento teórico, para o novato entender a
cultura da empresa e aprender sobre os sistemas operacionais utilizados
e seus produtos, enquanto os outros 45 dias foram de treinamento
prático nas lojas da rede. Entre instrutores, monitores e
coordenadores, quase 70 profissionais participaram do treinamento
teórico, que foi dividido em três turmas. A primeira teve início assim
que a empresa selecionou os primeiros 700 funcionários. Enquanto
buscava outros profissionais, aqueles 700 já iam sendo treinados.
Durante duas semanas, eles assistiam a palestras e vídeos sobre a
história do Magazine Luiza e conheciam diretores da rede, que se
apresentavam de mãos dadas, uma marca da empresa (todas as
segundas-feiras, empregados das lojas e da administração dão as mãos
num culto espiritual antes de iniciar o expediente). Encerrado o
período de treinamento teórico, os recém-contratados foram enviados ao
treinamento prático.
O RESULTADO: Para
a divulgação das vagas, o Magazine Luiza criou uma verdadeira campanha
de marketing. As oportunidades foram veiculadas em peças publicitárias
em jornais, ganharam destaque na programação de TVs exibida em ônibus e
metrô e foram anunciadas por radialistas. Segundo Telma, o processo
seletivo exigiu um investimento de cerca de 7 milhões de reais. A
empresa recebeu nada menos que 120 000 candidatos — uma relação de 60
candidatos por vaga. Os funcionários contratados para as lojas da
Grande São Paulo passaram por 360 horas de treinamento, ante as cerca
de 200 horas que a empresa adotava até então. Os cuidados com a seleção
e o treinamento se refletiram já no dia da inauguração. A empresa não
revela números, mas é fato que as vendas do primeiro dia de atividade
das lojas paulistanas foram um recorde — para Telma, um reflexo do
trabalho de capacitação. Com a contratação de 2 000 funcionários, o
Magazine Luiza aumentou seu quadro de pessoal em quase 20%. A entrada
da rede no mercado paulistano significou um aumento de mais de 10% no
número de lojas na época, que agora totalizam mais de 452 unidades em
sete estados.
RAIO X DO MAGAZINE LUIZA
NEGÓCIO: VAREJO DE ELETROELETRÔNICOS, MÓVEIS, UTILIDADES DOMÉSTICAS E BRINQUEDOS
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO BRASIL: 12 500
FATURAMENTO NO BRASIL EM 2008: 3,3 BILHÕES DE REAIS
SEDE NO BRASIL: FRANCA (SP)
Fonte: Você RH
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Categoria: Recursos Humanos RH
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O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras,
Almir Barbassa, afirmou hoje que a estatal deve exportar 1 milhão de
barris de petróleo por dia em 2020. Segundo o executivo, esse seria o
excedente da produção de líquidos (exclui o gás natural) em território
brasileiro, que deve alcançar 4 milhões de barris por dia. "Em 2020, o
consumo no País deve alcançar 3 milhões de barris por dia. Então,
sobraria 1 milhão de barris por dia para exportação", explicou o
executivo, que participa de evento, em São Paulo, organizado pela
revista Exame.
Alcançar essa meta, na prática, significará um grande desafio para a Petrobras.
Isso porque a produção da estatal gira hoje em torno de 2 milhões de
barris por dia. Para atingir as projeções de longo prazo, a estatal
conta com a exploração das reservas do pré-sal. Pelas regras do novo
marco regulatório de petróleo no País, em discussão no Congresso
Nacional, a estatal será operadora de todos os blocos do pré-sal,
detendo uma participação mínima de 30%.
Barbassa preferiu não comentar a declaração do diretor-geral da Agência
Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo
Lima, de que a União pode alcançar uma fatia acionária de 50% a 55% na
estatal, após operação de capitalização. "Não sei como foi feito o
cálculo. Essa questão depende de uma série de variáveis, como o valor
do aporte, o preço do barril e a participação dos minoritários na
operação", ponderou.
O executivo afirmou que ainda não está definido o tamanho da
capitalização, nem o valor do barril. "Sabemos que será limitada a 5
bilhões de barris de óleo equivalente", acrescentou. Questionado sobre
o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na capitalização,
Barbassa comentou que a opção cabe ao governo federal.
Barbassa também disse que a Petrobras
não tem pressa para concluir o refinanciamento de um bônus de US$ 6
bilhões com um sindicato de bancos, que vence no curto prazo. "Fizemos
duas emissões este ano, somando US$ 2,7 bilhões. A segunda foi muito
mais barata que a primeira, acompanhando a trajetória de recuperação do
mercado. Portanto, não há pressa. No momento oportuno, o mercado será
surpreendido com a operação", disse. A conclusão da operação de
refinanciamento pode ficar para 2010, segundo o executivo.
Fonte: Portal Exame
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Categoria: Negócios
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A recessão mundial provocou uma queda "sem paralelos" nas emissões de dióxido de carbono (CO2) no mundo, de acordo com reportagem publicada no jornal britânico "Financial Times" nesta segunda-feira (21).
O diário econômico teve acesso a um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), que só deve ser divulgado no dia 6 de outubro, em Bangcoc, no início da última rodada de negociações para um acordo sobre o clima, antes da reunião de Copenhague, em dezembro.
Segundo o FT, a agência internacional constatou que a redução de emissões de CO2 teve um "declínio significativo", maior do que o da recessão de 1981, que antecedeu a crise da Opep. Segundo a agência, isso abriria uma "oportunidade única" para uma guinada rumo a uma economia de baixas emissões.
O estudo também confirmaria, segundo o jornal britânico, os resultados de políticas governamentais para cortar as emissões. A AIE estima, segundo o FT, que cerca de um quarto da queda registrada se deva a isso.
A proporção é "sem precedentes", de acordo com o relatório, que será incluído na publicação anual World Energy Outlook em novembro.
"Surpreendente"Entre as políticas que fizeram efeito, a agência deve destacar três: a meta da União Europeia de corte de emissões em 20% até 2020, os limites mais rígidos para emissões de carros nos Estados Unidos e as medidas de estímulo à eficiência energética na China.
O Financial Times afirma que o economista-chefe da AIE, Fatih Birol, classificou a queda de "surpreendente" e disse que o fenômeno "facilitaria muito" os cortes de emissões recomendados por cientistas para evitar as piores consequências do aquecimento global.
O Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) recomendou em seu relatório de 2007 que países desenvolvidos cortassem entre 80% e 95% de suas emissões até 2050, para evitar mudanças climáticas "desastrosas".
"Temos uma nova situação, com as mudanças na demanda de energia e o adiamento de muitos investimentos em energia", afirmou Birol ao FT.
"Isso só tem sentido se aproveitarmos essa oportunidade única. (Isso significa) um acordo em Copenhague."
Nesta semana, governantes das maiores economias do mundo vão se reunir na sede das Nações Unidas, nos Estados Unidos, para discutir mudanças climáticas.
O jornal britânico lembra ainda que, na semana passada, um grupo de 181 investidores, que detêm cerca de US$ 13 bilhões, fizeram um apelo por um acordo que leve a um corte drástico de emissões.
Nesta terça-feira, um grupo de 500 empresas, entre elas gigantes como a Coca-Cola e a Procter & Gamble, também devem lançar um manifesto neste sentido.
Fonte: Globo.com
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Categoria: Meio Ambiente
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A economia latino-americana se prepara para um novo ciclo de
expansão em 2010, depois de sofrer uma leve recessão, de acordo
com relatório econômico divulgado nesta segunda-feira (21) pela
agência de risco de crédito Moody s. Segundo a empresa, o
crescimento será liderado pelos países do Cone-Sul, com o Brasil
na ponta, seguido por economias como Peru, Chile e Colômbia.
"O ciclo começará uma recuperação depois da
crise, e chegará a um crescimento potencial de 4% em 2011. No
médio prazo, a região poderá entrar em um patamar de expansão
mais sustentável, graças às reformas implementadas. No longo
prazo, o crescimento anual poderá ficar em 5%, em média",
diz o estudo.
O estudo vê a recessão vivida pela América Latina como "leve". "[A força dos bancos da região durante a crise] é creditada não apenas à exposição marginal a ativos arriscados, mas também à regulação que prevê investimentos de, no máximo, um terço dos ativos em investimentos arriscados. Graças a isso, as instituições financeiras superaram a turbulência e continuaram fortes."
Reformas
"A região fez alguns progressos em termos de reformas, mas mais mudanças são necessárias [...]. Na próxima década, veremos a América Latina com instituições mais reguladas e supervisadas, mas com uma economia mais flexível e reesturutrada, e crescimento baseado em fontes domésticas", diz o relatório, citando que mudanças são necessárias nos segmentos de energia, serviços bancários e mercado de trabalho.
Fonte: Globo.com
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Categoria: Finanças
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A biblioteca pessoal de Gilberto Freyre, na fundação que leva o
seu nome, será toda restaurada. O autor de "Casa Grande e
Senzala", livro fundamental para entender a formação da
sociedade brasileira, costumava fazer anotações e marcar trechos
dos livros que estava lendo. Esses comentários vão servir para
identificar o percurso do pensamento de Freyre.
Há 40 mil exemplares dos séculos 19 e 20 na
Fundação Gilberto Freyre (FGF), que fica no bairro de Apipucos,
no Recife (PE).
“Elas acontecem em várias fases, em várias décadas, comentários
não necessariamente sobre o documento. Há outros especificamente
sobre o texto, sublinhados, páginas dobradas. Existe uma ideia
geral de que intervenções como essa são uma violência à obra,
mas para o pesquisador isso é rico, é o caminho das pedras,
constrói o caminhar de Freyre sobre aquele assunto”.
De acordo com ela, com o tempo, as folhas se
soltam e as páginas começam a cair dos livros encadernados com
grampo ou costurados.
“Vamos trabalhar nisso durante um ano, para colocar à disposição dos pesquisadores e cumprir desafios internos, localizar documentos de Gilberto Freyre, como o primeiro artigo dele, publicado na Revista do Norte, e outros originais que estão aqui ‘escondidos”.
Fonte: Globo.com
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Categoria: Educação
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