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15
jan

Poupança teve em 2009 pior rentabilidade em 43 anos


  15 de Janeiro de 2010

A tradicional caderneta de poupança teve em 2009 a pior rentabilidade dos últimos 43 anos. Segundo levantamento da empresa de informações financeiras Economática, o ganho da aplicação no ano passado, de 7,05%, ficou 0,85 ponto porcentual abaixo do verificado em 2008. Antes disso, o menor patamar do período havia sido em 2007, quando a poupança rendeu apenas 7,77%.

A queda na rentabilidade é reflexo direto dos cortes feitos pelo Banco Central (BC) na taxa básica de juros (a chamada Selic), hoje em 8,75% ao ano. A poupança tem remuneração de 6% ao ano mais TR (Taxa Referencial), que é calculada com base nos juros cobrados pelos bancos nos CDBs (Certificados de Depósito Bancário). O ganho desses papéis acompanha a variação da Selic.

Mas, apesar da queda na rentabilidade, o ganho real, descontada a inflação de 4,31%, voltou a subir depois de dois anos de queda. No ano passado, a remuneração real ficou em 2,63% ao ano, acima de 1,89% de 2008. Na prática, um investidor que aplicou R$ 1.000 no fim de 2008 terminou 2009 com R$ 1.070,5. Descontada a inflação (IPCA), ele teve um ganho real de R$ 27,4, calcula a Economática. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Agência Estado


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Categoria: Finanças

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15
jan

Mudança sem traumas


  15 de Janeiro de 2010

Com uma campanha lúdica e muita transparência, a SulAmérica mudou de sede sem perder o ritmo de trabalho e com o apoio de suas equipes


Por Denise Dweck


Mudanças, de qualquer tipo, envolvem desafios. Para a seguradora SulAmérica, que mudou de sede no Rio de Janeiro, em agosto de 2009, as dificuldades do processo eram grandes. A companhia dependia da construção de um novo edifício e tinha prazo para entregar o antigo prédio, onde trabalhavam 2 000 funcionários. Somava-se a isso o fato de a nova sede estar localizada numa região com menos oferta de serviços e dúvidas sobre segurança. A mudança física era acompanhada de uma mudança cultural. Para garantir que o processo desse certo, a SulAmérica montou uma estratégia de comunicação transparente, expondo as etapas da construção do novo local de trabalho, e realizou campanhas para os funcionários se desfazerem de objetos desnecessários.

O DESAFIO
Localizada num prédio de 80 anos, com problemas de cabeamento e hidráulica, onde funcionários de uma mesma área ficavam separados, a SulAmérica decidiu, em 2007, que era hora de mudar. A troca não seria apenas física. Havia uma relação emocional dos funcionários (cujo tempo médio de casa é de oito anos) com o prédio. A antiga sede tinha ainda vantagens pela localização. No burburinho carioca, era próxima a lojas, restaurantes e oferecia várias opções de transportes — atrativos que o novo local não possuía. Localizado na Cidade Nova, região no centro do Rio de Janeiro, que fica deserta à noite, o novo endereço não agradou inicialmente. “Havia um receio grande em relação à segurança”, diz Maria Helena Monteiro, vice-presidente de recursos humanos. Mais do que isso, seria necessário que cada funcionário se desfizesse de muitas coisas, já que as novas estações de trabalho seriam menores. Era necessário convencer os funcionários num prazo de dois anos de que a mudança seria positiva para todos.

A SOLUÇÃO
Para que a transferência ocorresse no prazo e fosse o menos dolorosa possível, a SulAmérica decidiu fazer com que os funcionários acompanhassem todo o processo, virtual e pessoalmente. Para isso, montou um núcleo, formado por quatro pessoas, que comandou todas as etapas da mudança. A primeira preocupação era manter os funcionários a par do que estava acontecendo na nova sede. Fotos dos avanços da obra eram publicadas no portal da empresa. A SulAmérica também se empenhou em mudar a imagem negativa da nova região, organizando visitas guiadas, que podiam ser comentadas pelos funcionários no portal. Toda crítica negativa ou questionamento eram respondidos pelo núcleo. O tema segurança recebeu atenção especial. A seguradora montou projetos sociais para desenvolver a região no entorno da nova sede e buscou apoio da polícia local e da prefeitura. “Nosso grande acerto foi não ficar na defensiva nem só dizer que havia maravilhas. Mostramos os problemas e as soluções”, diz Maria Helena. Havia ainda um outro problema a ser solucionado: a quantidade de material que deveria ser eliminado. De forma lúdica, a empresa fez duas campanhas. A Campanha do Desapego nasceu para que os funcionários levassem para casa objetos que guardavam no escritório. Havia, por exemplo, quem guardasse documentos pessoais de mais de 60 anos e até um aquário. A segunda campanha, chamada de Descarte, procurava reduzir a papelada que não teria espaço na nova sede. Para ajudar na empreitada, a SulAmérica contratou profissionais de documentação que ensinaram a separar os documentos necessários dos descartáveis. Em janeiro deste ano, a empresa iniciou a comunicação sobre como seria a transferência, com reuniões para explicar o processo. No total, foram dez levas de mudança, sempre nos fins de semana.Conforme as equipes eram transferidas, mais comentários eram escritos no site da empresa. Para dar as boas-vindas aos funcionários, uma carta do presidente com a foto de cada colaborador estava à espera na nova estação de trabalho.

O RESULTADO
Em agosto deste ano, o novo prédio foi inaugurado, dentro do prazo e sem multa. Uma pesquisa realizada na empresa mostrou que 94,8% dos funcionários ficaram satisfeitos com o processo de mudança e 95,2%, com a comunicação sobre o processo. A satisfação com a troca de sede em si deve ser medida na próxima pesquisa de clima, em 2010. De todo modo, reclamações sobre o novo prédio, que apareceram logo após o anúncio da mudança, já não enchem mais a caixa de e-mail da área de recursos humanos. A troca de prédio também não afetou o turnover da empresa, que permaneceu no nível anterior à mudança. 


RAIO X DA SULAMÉRICA
NEGÓCIO: SEGURADORA
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO BRASIL: 5 200
FATURAMENTO NO BRASIL EM 2008: R$ 7,7 BILHÕES EM PRÊMIOS DE SEGUROS
SEDE NO BRASIL: RIO DE JANEIRO (RJ)



Fonte: Você RH


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Categoria: Recursos Humanos RH

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14
jan

Gol volta a ameaçar liderança da TAM no mercado brasileiro


  14 de Janeiro de 2010

São Paulo - A Gol voltou a ameaçar a liderança da TAM no mercado de aviação doméstica em dezembro. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a TAM, controla 43% do mercado, enquanto a Gol, detém uma fatia de 42%.

O que contribui para a aproximação da companhia é o crescimento mais expressivo no número de total de passageiros transportados pela Gol, de 36,2%. A TAM, em contrapartida, teve um aumento mais tímido, de 20,7%. A taxa de ocupação também foi maior dentro das aeronaves da Gol, alcançando a média de 77,1% dos assentos ocupados nos vôos, contra 69,6% da líder.

Em âmbito internacional, a TAM. continua liderando o mercado, apresentando 84% de participação. Apesar da larga vantagem em relação à Gol, que possui uma fatia de 10%, houve uma diminuição em relação a dezembro de 2008, quando a líder dominava 86% do mercado. Já a Gol cresceu dois pontos percentuais no mesmo período.

A Corretora Link estatal avalia como positivo o crescimento da aviação brasileira e identifica potencial para o crescimento nos serviços internacionais com o dólar cotado a cerca de 1,75 real. Em geral, o bom momento é resultado da confiança do consumidor e do aumento da demanda dos passageiros, que aumentaram o número de viagens a negócios. Para a Link, o crescimento deve continuar expressivo pelos próximos meses, mas essa recuperação já levou a uma forte valorização das ações das duas empresas nos últimos meses.


Fonte: Portal Exame


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Categoria: Negócios

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6
jan

Expansão econômica favorece ações de empresas de setores cíclicos


  6 de Janeiro de 2010

Depois de um ano marcado pela recuperação dos mercados fundamentada sobretudo na ação dos governos para aquecer a atividade econômica, em 2010, os lucros das empresas devem ser o principal catalisador do mercado de ações. A bolsa deve continuar a melhor opção no mercado de renda variável e, como sugere o consenso dos analistas, o retorno para os investidores pode ficar acima dos 25% neste ano. Para a corretora Socopa, por exemplo, o Ibovespa deve voltar a patamares pré-crise logo nos primeiros meses de 2010. E as principais apostas dos analistas estão em setores cíclicos, mais expostos à economia global, e que têm o maior potencial para se beneficiar com o crescimento esperado.

Dentre as empresas vistas com bons olhos, a Vale sem dúvida é a que chama a atenção. Os papéis da mineradora fazem parte de todas as carteiras recomendadas para janeiro que foram enviadas pelas corretoras ao Portal Exame. "O desempenho da Vale, está aquém de seu potencial há algum tempo, e isso chama a atenção porque há espaço para valorização", diz Fernando Siqueira, economista-chefe da Citi Corretora. O bom momento do setor tem muito a ver com o atual aquecimento da economia chinesa. Em dezembro, o país registrou seu nono mês consecutivo de expansão, o que aumenta a demanda por minério de ferro. Leonardo Alves, analista da Link Investimentos, estima que isso incentivará uma alta no preço à vista do minério, beneficiando a Vale. e empresas correlatas, como as siderúrgicas Gerdau e Usiminas.

Para Siqueira, da Citi Corretora, nos últimos meses, a performance na bolsa foi puxada mais pelo consumo doméstico do que pelas commodities, embora tenha havido alguma recuperação. Em 2009, empresas como a Petrobras, as siderúrgicas e as mineradoras tiveram desempenho pior do que a média da bolsa, mas à medida que o ciclo econômico avança e consolida o crescimento, começa a surgir um cenário positivo para estas empresas. Os volumes de produção estão melhores, e a recuperação dos preços das commodities segue este movimento. "Esse é o caso da Vale. A empresa recuperou volume, agora deve se recuperar também em relação ao preço do minério", diz.

Segundo William Alves, analista da XP investimentos, para o mês de janeiro, além das empresas ligadas à produção ou beneficiamento de commodities, as ligadas à economia doméstica também devem oferecer bons retornos. O analista acredita em uma realização de lucros no primeiro mês do ano, o que deve trazer à bolsa certa volatilidade. Portanto, ele recomenda aos investidores "acreditar nos setores ligados ao mercado doméstico, como o varejo, construção, civil, dentre outros".

Continuidade
O ano de 2009 terminou com um saldo positivo no que diz respeito à recuperação econômica mundial depois da crise que abalou os mercados em 2008. As grandes economias, como a americana, encontraram força para sair da pior recessão do século, mas foi o desempenho dos países emergentes, com suas políticas de incentivos, que surpreendeu o mundo pelos bons resultados demonstrados. É nesse cenário que começa 2010.

Parece ser consenso entre os diversos blocos de países que a retirada precoce dos estímulos fiscais representa um risco para a economia. Portanto, a tendência é de continuidade nas políticas adotadas até agora, até que haja um grau de segurança mínimo sobre a sustentabilidade da recuperação. Assim, as perspectivas quanto à recuperação econômica em 2010 ainda são positivas, "sobretudo quando destacamos os principais países emergentes (Brasil, Índia e China), além dos EUA", diz relatório elaborado pelos analistas da corretora do HSBC. A expectativa dos economistas da corretora é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça em torno de 5,6% no ano, impulsionado principalmente por setores como o de consumo doméstico.

Principalmente durante o primeiro semestre, enquanto ainda devem estar presentes os incentivos fiscais, o cenário econômico deve se manter favorável para os investimentos em ações, com juros baixos e boa liquidez – uma das principais peças da recuperação dos mercados em todo o mundo. No Brasil, os principais riscos contra essa tendência favorável têm a ver com a deterioração da percepção de mercado dos países quanto aos riscos da inflação, principalmente se houver desequilíbrio na dosagem dos estímulos do governo ao crescimento econômico.

A adoção de medidas de controle de capital também preocupa os analistas, pois poderia provocar uma redução no fluxo de capital estrangeiro para o Brasil. Entretanto, o cenário é considerado improvável pelos analistas, que acreditam em um crescimento de mais de 50% na entrada de investimentos estrangeiros diretos no país em 2010.

Veja as carteiras de ações recomendadas por 11 corretoras para janeiro de 2010:
 

Alpes (Win Trade)
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR453,0036,6944,45
ValeVALE552,5042,2024,41
Lojas AmericanasLAME419,5015,5325,56
UsiminasUSIM565,0049,3931,61
TAMTAMM455,0038,2143,94
Alterações
Entra: TAM
Sai: Positivo
 
Ágora
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR445,0036,6922,65
BM&FBovespaBVMF313,9812,2514,12
GerdauGGBR443,2229,1448,32
ValeVALE368,1949,5037,76
DaycovalDAYC414,159,7844,68
TractebelTBLE331,6721,5347,10
Lojas AmericanasLAME419,1415,5323,25
Energias do BrasilENBR3Não Informado33,55 
Itaú UnibancoITUB446,7438,6920,81
AmbevAMBV4207,00174,5018,62
Alterações
Entra: Daycoval, Lojas Americanas, Ambev
Sai: Sulamérica, Telesp
 
Ativa
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ValeVALE5Não Informado42,2 
MPXMPXE3Não Informado22,5 
Itaú UnibancoITUB4Não Informado38,69 
Iochp MaxionMYPK3Não Informado25,45 
BR MallsBRML3Não Informado20,90 
Alterações
Entra: Vale, MPX, Itaú-Unibanco, Iochp Maxion
Sai: Tractebel, Bradesco, Weg, Tim
 
Brascan
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ValeVALE546,2842,209,67
UsiminasUSIM562,3049,3926,14
Brasil TelecomBRTO428,5816,7570,63
MarfrigMRFG326,2519,1237,29
CPFLCPFE340,2835,3114,08
CemigCMIG436,8531,6016,61
AmBevAMBV4175,00174,500,29
RossiRSID321,7015,3041,83
MRVMRVE318,6014,1031,91
MarcopoloPOMO48,746,7529,48
Alterações
Entra: Brasil Telecom, Marfrig, Rossi, Marcopolo
Sai: MMX, Tele Norte Leste Participações, Suzano, PDG Realty
 
Citi Corretora
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB454,7538,6941,51
TelemarTMAR570,0062,2112,52
TractebelTBLE327,8221,5329,22
GerdauGGBR432,0029,149,81
Tim ParticipaçõesTCSL46,005,1217,19
ValeVALE548,7542,215,52
CosanCSAN329,0025,613,28
LocalizaRENT322,0019,3213,87
Alterações
Não houve alterações
 
Geração Futuro
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
UsiminasUSIM5Não Informado49,39 
Banco do BrasilBBAS3Não Informado27,9 
PetrobrasPETR4Não Informado36,69 
TaurusFJTA4Não Informado6,34 
GerdauGGBR4Não Informado29,14 
VCPVCPA3Não Informado24,3 
ValeVALE5Não Informado42,2 
RandonRAPT4Não Informado15,58 
GuararapesGUAR3Não Informado49,11 
 
 
HSBC
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB4Não informado38,69 
ALLALLL11Não informado16,30 
OGXOGXP3Não informado17,10 
TractebelTBLE3Não informado21,53 
Lojas AmericanasLAME4Não informado15,53 
AmbevAMBV4Não informado174,50 
PetrobrasPETR3Não informado41,65 
ValeVALE3Não informado42,20 
GerdauGGBR4Não informado29,14 
Alterações
Entra: Itaú Unibanco, ALL, OGX, Tractebel
Sai: CCR Rodovias, BM&FBovespa, Cesp
 
Link
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
ItaúsaITSA414,2011,8519,83
AES TietêGETI324,4017,2041,86
BM&FbovespaBVMF315,2012,2524,08
BRFoodsBRFS357,0045,3725,63
CCRCCRO347,0039,8917,82
Lojas AmericanasLAME417,5015,5312,69
OiTNLP447,0037,1026,68
PetrobrasPETR448,2036,6931,37
SuzanoSUZB525,0020,5021,95
ValeVALE559,0042,2039,81
Alterações
Entra: AES Tietê, Oi, Vale
Sai: Tractebel, TAM
 
Socopa
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
BradescoBBDC4Em revisão36,38 
CemigCMIG440,0031,6026,58
Lojas RennerLREN3Em revisão39,30 
TAMTAMM4Em revisão38,21 
ValeVALE5Em revisão42,20 
Alterações
Entra: Lojas Renner, TAM,
Sai: Cemig, Cremer, Petrobras
 
Souza Barros
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
Itaú UnibancoITUB447,0038,6921,48
DuratexDTEX320,0016,2023,46
OGXOGXP322,5817,1032,05
ValeVALE555,0042,2030,33
PetrobrasPETR451,0036,6939,00
Alterações
Entra: Vale, Duratex, OGX, Itaú-Unibanco
Sai: Confab, Usiminas, Braskem, MMX
 
XP Investimentos
EmpresaAçãoPreço-alvo (R$)Preço atual (R$)*Potencial de alta (%)
PetrobrasPETR4Não informado36,69 
ValeVALE5Não informado42,2 
GerdauGOAU4Não informado30 
UltraparUGPA4Não informado80,11 
TractebelTBLE3Não informado21,53 
ItausaITSA4Não informado11,85 
BMF&BovespaBVMF3Não informado12,25 
BRFoodsBRFS3Não informado45,37 
PositivoPOSI3Não informado22,33 
EztecEZTC3Não informado8,5 
 
 
 
 
* Cotação de fechamento de 30 de dezembro de 2009
Fontes: corretoras

 



Fonte: Portal Exame


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Categoria: Economia

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6
jan

Monsanto tem prejuízo de US$ 19 mi no trimestre


  6 de Janeiro de 2010

Chicago - A Monsanto Co. informou hoje, em conferência, que teve prejuízo de US$ 19 milhões, ou 3 cents por ação, nos três meses terminados em 30 de novembro de 2009, primeiro trimestre fiscal. Um ano antes, havia registrado lucro de US$ 558 milhões, ou US$ 1 por ação.

No mês passado, a companhia havia previsto prejuízo de até 5 cents por ação, já que tradicionalmente o primeiro trimestre fiscal é o mais fraco do ano, em virtude da temporada de plantio no Hemisfério Norte. No período, a receita da companhia caiu 36% para US$ 1,7 bilhão, enquanto as vendas do Roundup e outros herbicidas recuaram 62%. Analistas consultados pela Thomson Reuters esperavam US$ 1,98 bilhão.

A empresa também afirmou que foram carregados os primeiros lotes de sementes de milho e soja de margem mais elevada e divulgou uma série de novos produtos que estão prestes a serem lançados em escala comercial. A temporada 2010 representa momento decisivo para o grupo norte-americano, que vem registrando lucros decrescentes em sua unidade de herbicidas, de modo que destinará mais recursos para melhorar as vendas de sementes de alta tecnologia.

A estratégia depende, no entanto, da capacidade de persuasão da empresa junto aos produtores, para que comprem produtos novos e mais caros num momento em que a demanda global por commodities ainda se recupera. O presidente e CEO, Hugh Grant, definiu as novas sementes como "a munição" para que a Monsanto, alcance seus objetivos de médio prazo, que foram reafirmados apesar do prejuízo no primeiro trimestre fiscal.

A Monsanto. afirmou que 11 novos produtos estão em uma fase avançada de desenvolvimento. Em novembro eram 9 produtos. As novas tecnologias e um ambiente mais favorável no que diz respeito à regulamentação em todo o mundo estão contribuindo para as pesquisas, segundo executivos.

Sobre as safras norte-americanas, a empresa espera que a área plantada com milho em 2010 seja de 88 milhões de acres (35,61 milhões de hectares), enquanto a soja ocupará 75 milhões de acres (30,35 milhões de hectares). Trata-se de um aumento em relação aos tamanhos de 2009, de 86,4 milhões e 77,5 milhões, respectivamente.

Essas estimativas estão um pouco abaixo dos números que vêm sendo cogitados pelo mercado, de 89,5 milhões de acres para o milho e 77 milhões de acres para a soja. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará dados oficiais sobre a intenção de plantio em 31 de março. As informações são da Dow Jones.


Fonte: Portal Exame


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Categoria: Negócios

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24
set

Operação de guerra


  24 de Setembro de 2009

Em apenas seis meses, a rede varejista Magazine Luiza selecionou, contratou e treinou um exército de 2 000 funcionários para trabalhar nas 44 lojas que abriu em um único dia na Grande São Paulo


Por Ursula Alonso Manso

O dia 22 de setembro de 2008 entrou para a história do Magazine Luiza. De uma só vez, a rede varejista sediada em Franca, no interior paulista, inaugurou 44 lojas na Grande São Paulo, marcando sua estreia no maior mercado do país. A abertura simultânea das lojas — uma estratégia para chamar a atenção do consumidor paulistano — exigiu uma operação de guerra, que começou a ser preparada um ano antes e colocou a diretora de gestão de pessoas, Telma Rodrigues, diante de um grande desafio: contratar e treinar 2 000 funcionários. As consultorias de seleção e recrutamento que dariam apoio ao processo foram escolhidas em março do ano passado. E, seis meses depois, os novos funcionários estavam prontos para recepcionar a clientela.

O DESAFIO: Mais do que contratar um grande contingente de pessoas, o Magazine Luiza precisava treiná-lo. Mas onde, na capital paulista, seria possível ministrar treinamento para um grupo assim tão grande? Além disso, Telma acreditava que o treinamento de 30 dias, normalmente adotado pela empresa, seria pouco para atender o exigente consumidor paulistano. Outra dificuldade era como fazer isso tudo sem perder a cultura peculiar do Magazine Luiza, herdada de uma operação até bem pouco tempo atrás interiorana. Nas palavras da diretora superintendente da empresa, Luiza Helena Trajano, o principal desafio da rede é “crescer sem perder a alma”.

A SOLUÇÃO: Antes de começar a seleção dos novos funcionários, o Magazine Luiza fez uma pesquisa com cerca de 5 000 pessoas que tinham o currículo cadastrado no site da empresa. Enviou carta aos candidatos anunciando que ia abrir lojas em São Paulo. “Criamos um hotsite em que os candidatos se inscreviam para as vagas, faziam testes de conhecimentos e comportamentais”, diz Telma. Somente os aprovados nessa fase participavam das dinâmicas e das entrevistas, todas em um único dia. Os que chegavam ao final do processo, mas não conquistavam a vaga, recebiam uma carta e eram convidados a acessar novamente o hotsite da empresa. Lá, podiam assistir a um vídeo em que Luiza Helena falava sobre as qualidades do profissional do futuro e conferir dicas de Telma sobre como elaborar o currículo ou como se portar em entrevistas. Para ministrar o treinamento dos aprovados, o Magazine Luiza alugou o antigo prédio da Universal Music, no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo. Com 4 000 metros quadrados, o espaço estava desocupado e tinha tudo de que a empresa precisava: salas, refeitório e ambulatório. Os dias de treinamento aumentaram dos usuais 30 para 60 dias. Desses, 15 dias foram dedicados ao treinamento teórico, para o novato entender a cultura da empresa e aprender sobre os sistemas operacionais utilizados e seus produtos, enquanto os outros 45 dias foram de treinamento prático nas lojas da rede. Entre instrutores, monitores e coordenadores, quase 70 profissionais participaram do treinamento teórico, que foi dividido em três turmas. A primeira teve início assim que a empresa selecionou os primeiros 700 funcionários. Enquanto buscava outros profissionais, aqueles 700 já iam sendo treinados. Durante duas semanas, eles assistiam a palestras e vídeos sobre a história do Magazine Luiza e conheciam diretores da rede, que se apresentavam de mãos dadas, uma marca da empresa (todas as segundas-feiras, empregados das lojas e da administração dão as mãos num culto espiritual antes de iniciar o expediente). Encerrado o período de treinamento teórico, os recém-contratados foram enviados ao treinamento prático.

O RESULTADO: Para a divulgação das vagas, o Magazine Luiza criou uma verdadeira campanha de marketing. As oportunidades foram veiculadas em peças publicitárias em jornais, ganharam destaque na programação de TVs exibida em ônibus e metrô e foram anunciadas por radialistas. Segundo Telma, o processo seletivo exigiu um investimento de cerca de 7 milhões de reais. A empresa recebeu nada menos que 120 000 candidatos — uma relação de 60 candidatos por vaga. Os funcionários contratados para as lojas da Grande São Paulo passaram por 360 horas de treinamento, ante as cerca de 200 horas que a empresa adotava até então. Os cuidados com a seleção e o treinamento se refletiram já no dia da inauguração. A empresa não revela números, mas é fato que as vendas do primeiro dia de atividade das lojas paulistanas foram um recorde — para Telma, um reflexo do trabalho de capacitação. Com a contratação de 2 000 funcionários, o Magazine Luiza aumentou seu quadro de pessoal em quase 20%. A entrada da rede no mercado paulistano significou um aumento de mais de 10% no número de lojas na época, que agora totalizam mais de 452 unidades em sete estados.

RAIO X DO MAGAZINE LUIZA
NEGÓCIO:
VAREJO DE ELETROELETRÔNICOS, MÓVEIS, UTILIDADES DOMÉSTICAS E BRINQUEDOS
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO BRASIL: 12 500
FATURAMENTO NO BRASIL EM 2008: 3,3 BILHÕES DE REAIS
SEDE NO BRASIL: FRANCA (SP)



Fonte: Você RH


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24
set

Petrobras deve exportar 1 milhão de barris em 2020


  24 de Setembro de 2009

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou hoje que a estatal deve exportar 1 milhão de barris de petróleo por dia em 2020. Segundo o executivo, esse seria o excedente da produção de líquidos (exclui o gás natural) em território brasileiro, que deve alcançar 4 milhões de barris por dia. "Em 2020, o consumo no País deve alcançar 3 milhões de barris por dia. Então, sobraria 1 milhão de barris por dia para exportação", explicou o executivo, que participa de evento, em São Paulo, organizado pela revista Exame. Alcançar essa meta, na prática, significará um grande desafio para a Petrobras. Isso porque a produção da estatal gira hoje em torno de 2 milhões de barris por dia. Para atingir as projeções de longo prazo, a estatal conta com a exploração das reservas do pré-sal. Pelas regras do novo marco regulatório de petróleo no País, em discussão no Congresso Nacional, a estatal será operadora de todos os blocos do pré-sal, detendo uma participação mínima de 30%. Barbassa preferiu não comentar a declaração do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima, de que a União pode alcançar uma fatia acionária de 50% a 55% na estatal, após operação de capitalização. "Não sei como foi feito o cálculo. Essa questão depende de uma série de variáveis, como o valor do aporte, o preço do barril e a participação dos minoritários na operação", ponderou. O executivo afirmou que ainda não está definido o tamanho da capitalização, nem o valor do barril. "Sabemos que será limitada a 5 bilhões de barris de óleo equivalente", acrescentou. Questionado sobre o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na capitalização, Barbassa comentou que a opção cabe ao governo federal. Barbassa também disse que a Petrobras não tem pressa para concluir o refinanciamento de um bônus de US$ 6 bilhões com um sindicato de bancos, que vence no curto prazo. "Fizemos duas emissões este ano, somando US$ 2,7 bilhões. A segunda foi muito mais barata que a primeira, acompanhando a trajetória de recuperação do mercado. Portanto, não há pressa. No momento oportuno, o mercado será surpreendido com a operação", disse. A conclusão da operação de refinanciamento pode ficar para 2010, segundo o executivo.



Fonte: Portal Exame


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Categoria: Negócios

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21
set

"Recessão provocou forte redução de emissões", diz FT


  21 de Setembro de 2009

A recessão mundial provocou uma queda "sem paralelos" nas emissões de dióxido de carbono (CO2) no mundo, de acordo com reportagem publicada no jornal britânico "Financial Times" nesta segunda-feira (21).

O diário econômico teve acesso a um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), que só deve ser divulgado no dia 6 de outubro, em Bangcoc, no início da última rodada de negociações para um acordo sobre o clima, antes da reunião de Copenhague, em dezembro.


Segundo o FT, a agência internacional constatou que a redução de emissões de CO2 teve um "declínio significativo", maior do que o da recessão de 1981, que antecedeu a crise da Opep. Segundo a agência, isso abriria uma "oportunidade única" para uma guinada rumo a uma economia de baixas emissões.

O estudo também confirmaria, segundo o jornal britânico, os resultados de políticas governamentais para cortar as emissões. A AIE estima, segundo o FT, que cerca de um quarto da queda registrada se deva a isso.

A proporção é "sem precedentes", de acordo com o relatório, que será incluído na publicação anual World Energy Outlook em novembro.

"Surpreendente"

Entre as políticas que fizeram efeito, a agência deve destacar três: a meta da União Europeia de corte de emissões em 20% até 2020, os limites mais rígidos para emissões de carros nos Estados Unidos e as medidas de estímulo à eficiência energética na China.

O Financial Times afirma que o economista-chefe da AIE, Fatih Birol, classificou a queda de "surpreendente" e disse que o fenômeno "facilitaria muito" os cortes de emissões recomendados por cientistas para evitar as piores consequências do aquecimento global.

O Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) recomendou em seu relatório de 2007 que países desenvolvidos cortassem entre 80% e 95% de suas emissões até 2050, para evitar mudanças climáticas "desastrosas".

"Temos uma nova situação, com as mudanças na demanda de energia e o adiamento de muitos investimentos em energia", afirmou Birol ao FT.

"Isso só tem sentido se aproveitarmos essa oportunidade única. (Isso significa) um acordo em Copenhague."

Nesta semana, governantes das maiores economias do mundo vão se reunir na sede das Nações Unidas, nos Estados Unidos, para discutir mudanças climáticas.

O jornal britânico lembra ainda que, na semana passada, um grupo de 181 investidores, que detêm cerca de US$ 13 bilhões, fizeram um apelo por um acordo que leve a um corte drástico de emissões.

Nesta terça-feira, um grupo de 500 empresas, entre elas gigantes como a Coca-Cola e a Procter & Gamble, também devem lançar um manifesto neste sentido.




Fonte: Globo.com


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Categoria: Meio Ambiente

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21
set

Agência de risco diz que América Latina viverá um novo ciclo de expansão


  21 de Setembro de 2009

A economia latino-americana se prepara para um novo ciclo de expansão em 2010, depois de sofrer uma leve recessão, de acordo com relatório econômico divulgado nesta segunda-feira (21) pela agência de risco de crédito Moody s. Segundo a empresa, o crescimento será liderado pelos países do Cone-Sul, com o Brasil na ponta, seguido por economias como Peru, Chile e Colômbia.

"O ciclo começará uma recuperação depois da crise, e chegará a um crescimento potencial de 4% em 2011. No médio prazo, a região poderá entrar em um patamar de expansão mais sustentável, graças às reformas implementadas. No longo prazo, o crescimento anual poderá ficar em 5%, em média", diz o estudo.

O estudo vê a recessão vivida pela América Latina como "leve". "[A força dos bancos da região durante a crise] é creditada não apenas à exposição marginal a ativos arriscados, mas também à regulação que prevê investimentos de, no máximo, um terço dos ativos em investimentos arriscados. Graças a isso, as instituições financeiras superaram a turbulência e continuaram fortes."

Reformas

"A região fez alguns progressos em termos de reformas, mas mais mudanças são necessárias [...]. Na próxima década, veremos a América Latina com instituições mais reguladas e supervisadas, mas com uma economia mais flexível e reesturutrada, e crescimento baseado em fontes domésticas", diz o relatório, citando que mudanças são necessárias nos segmentos de energia, serviços bancários e mercado de trabalho.

 




Fonte: Globo.com


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Categoria: Finanças

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21
set

Biblioteca pessoal do sociólogo Gilberto Freyre será restaurada


  21 de Setembro de 2009

A biblioteca pessoal de Gilberto Freyre, na fundação que leva o seu nome, será toda restaurada. O autor de "Casa Grande e Senzala", livro fundamental para entender a formação da sociedade brasileira, costumava fazer anotações e marcar trechos dos livros que estava lendo. Esses comentários vão servir para identificar o percurso do pensamento de Freyre.

Há 40 mil exemplares dos séculos 19 e 20 na Fundação Gilberto Freyre (FGF), que fica no bairro de Apipucos, no Recife (PE).

As anotações nos livros, que, para muitos, seria um ato de violência com as obras, são valiosas, explica a coordenadora do projeto, Jamile Barbosa. “São intervenções de Freyre sobre reflexões em torno dos artigos, opiniões dele nos momentos de leitura”, afirma a bibliotecária.

“Elas acontecem em várias fases, em várias décadas, comentários não necessariamente sobre o documento. Há outros especificamente sobre o texto, sublinhados, páginas dobradas. Existe uma ideia geral de que intervenções como essa são uma violência à obra, mas para o pesquisador isso é rico, é o caminho das pedras, constrói o caminhar de Freyre sobre aquele assunto”.

De acordo com ela, com o tempo, as folhas se soltam e as páginas começam a cair dos livros encadernados com grampo ou costurados.

“Temos que ter cuidado na manipulação e fazer periodicamente um trabalho de intervenção, com aplicação de papel vegetal para reforçar as lombadas, acondicionando em caixas, para não modificar tanto o original”, explica Jamile.

“Vamos trabalhar nisso durante um ano, para colocar à disposição dos pesquisadores e cumprir desafios internos, localizar documentos de Gilberto Freyre, como o primeiro artigo dele, publicado na Revista do Norte, e outros originais que estão aqui ‘escondidos”.



Fonte: Globo.com


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Categoria: Educação

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